segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Reforma Ortográfica Português-9
1º) Acentuam-se com acento agudo:
a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafadas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s,), dominó(s), paletó(s,), só(s).
Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guichê ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê. O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ré (letra do alfabeto grego) e ré. São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro.
b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), ficam a
terminar na vogal tónica/tônica aberta grafada -a, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: adorá-lo(s) (de adorar-lo(s)), dá-la(s) (de dar-la(s) ou dá(s)-la(s) ou dá(s)-la(s)), fálo(s) (de faz-lo(s)), fá-lo(s)-às (de far-lo(s)-ás), habita-la(s)-iam (de habitar-la(s)-iam), tra-la(s)-á (de trarla(s)-á).
c) As palavras oxítonas com mais de uma sílaba terminadas no ditongo nasal ) presente do indicativo etc.) ou -ens: acém, detém, deténs, entretém, entreténs, harém, haréns, porém, provém, provéns, também.
d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, éu ou ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de correr), herói(s), remói (de remoer), sóis.
2º) Acentuam-se com acento circunflexo:
a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s).
b) As formas verbais oxítonas, quando conjulgadas com os pronomes clíticos-lo(s) ou la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: detê-lo(s) (de deter-lo-(s)), fazê-la(s) (de fazer-la(s)), fê-lo(s) (de fez-lo(s)), vê-la(s) (de ver-la(s)), compô-la(s) (de compor-la(s)), repô-la(s) (de repor-la(s)), pô-la(s) (de por-la(s) ou pôs-la(s)).
3º) Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas
heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Lublin: capital do Leste
Foto: Ulisses Iarochinski
A famosa ulica Grodzka (ulitssa-rua) no centro da capital Lubelska, local de encontro dos lublinianos. No número 11 desta da mais importante rua de Lublin, existiu um refúgio de crianças judias durante a segunda guerra mundial. Quando as 100 crianças órfãs e 30 adultos foram descobertos pelos alemães-nazistas foram levadas para Majdan Tatarski e assassinadas. Hoje em frente ao edifício uma placa em hebreu lembra que
"Aqui estavam refugiadas centenas de nossas crianças, as quais foram mortas pelos alemães. Ano de 5702. Deus vingará seu sangue. Suas almas serão ligadas com vida.”
7 ijar 5702, ocorrido em 24 abril de (sexta-feira) 1942.
Enquanto isso em Moscou...

sábado, 9 de fevereiro de 2008
Os polacos se chamam...

Em 29 de dezembro passado, uma pesquisa rápida nas seções de nascimento dos jornais de Varsóvia, verificou que os novos polacos estão se chamando em sua grande maioria (além dos já citados):
Kacper, Bartek, Jan, Zuzanna, Wiktoria, Szymon, Maja, Patryk, Piotr, Oliwia, Amelia, Karolina, Maria, Michał (mirrau - miguel), Mieszko, Zofia, Hanna, Marianna, Dorota, Małgorzata, Katarzyna, Andrzej, Wojciech, Elżbieta, Rozalia, Antoni, Malina.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Polacos não temem Rússia

Mas na enquete publicada nesta edição do jornal, os polacos alertam que Moscou não trata a Polônia como parceira. Mas nem por isso temem o Kremlin. Contudo, querem que o governo trate as relações com o país vizinho com uma política mais decidida e firme.
Rir em tempos duros
Durante a Lei Marcial imposta pelo General Jaruzelski, em 1981, tinha gente que fazia humor na Polônia. No "Śmiech na Trude Czasy" ( Rir em tempos duros) - Humor e sátira em Estado de Marcial e nos anos seguintes (13 XII 1981 - 31 XII 1989) Woijciech Polak recolhe tiras, charges e cartuns daqueles que tinham nas mãol papel, pena e nanquin. Na charge desta capa Um policial diz para o outro: "Znów spałeś na służbie" (De novo se queimaste na cadeia).Humor e sátira funcionava como arma para o sindicato "Solidarności" (solidarnóshtch - solidariedade) em sua luta contra os soviéticos.
Wojciech Polak nasceu em 1962, é professor e cientista político. Professor na Uniwersytet Mikołaj Kopernik de Toruń e no Liceum Katolicki Collegium Marianum em Pelplina.
A neve desmente o calor
Foto: Ulisses IarochinskiMesmo com a temperatura de fevereiro estranhamente entre 0º, 2° e 7° positivos na maior parte da Polônia, ainda na região das montanhas, no Sul do país a neve embeleza os campos cultivados com beterraba branca (usada para fazer açúcar).
Em Nowy Targ era esta a paisagem, nesta quinta-feira, à tarde, com zero grau.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Polacos vencem tchecos
Primeiro Łobodziński, depois Lewandowski e a Polônia venceu a Tcheca nesta quarta-feira, em jogo amistoso, no pais vizinho. O treinador holandês da Polônia, Beenhakker acredita que até junho quando se inicia a EuroCopa 2008 a equipe estará compacta e dentro do que é a sua filosofia de jogo. "Ainda temos um trabalho duro pela frente, mas o mais difícil cabe aos jogadores. Estarão na Euro aqueles 11 que estiverem melhores. Agora é proíbido desperdiçar tempo de preparo."Reforma Ortográfica Português - 8
1º) Os ditongos orais, que tanto podem ser tónicos/tônicos como átonos, distribuem-se por dois grupos gráficos principais, conforme o segundo elemento do ditongo é representado por i ou u: ai, ei, éi, ui; au, eu, éu, iu, ou: braçais, caixote, deveis, eirado, farnéis (mas farneizinhos), goivo, goivan, lencóis (mas lençoizinhos), tafuis, uivar, cacau, cacaueiro, deu, endeusar, ilhéu (mas ilheuzito), mediu, passou, regougar.
Obs.: Admitem-se, todavia, excecionalmente, à parte destes dois grupos, os ditongos grafados ae (= âi ou ai) e ao (âu ou au): o primeiro, representado nos antropónimos/antropônimos Caetano e Caetana, assim como nos respetivos derivados e compostos (caetaninha, são-caetano, etc.); o segundo, representado nas combinações da preposição a com as formas masculinas do artigo ou pronome demonstrativo o, ou seja, ao e aos.
2º) Cumpre fixar, a propósito dos ditongos orais, os seguintes preceitos particulares:
a) É o ditongo grafado ui, e não a seqüência vocálica grafada ue, que se emprega nas formas de 2ª e 3ª pessoas do singular do presente do indicativo e igualmente na da 2ª pessoa do singular do imperativo dos Comunidade dos Países de Língua Portuguesa verbos em -Um: constituis, influi, retribui. Harmonizam-se, portanto, essas formas com todos os casos de ditongo grafado ui de sílaba final ou fim de palavra (azuis, fui, Guardafui, Rui, etc.); e ficam assim em paralelo gráfico-fonético com as formas de 2ª e 3ª pessoas do singular do presente do indicativo e de 2ª
pessoa do singular do imperativo dos verbos em -air e em -oer: atrais, cai, sai; móis, remói, sói.
b) É o ditongo grafado ui que representa sempre, em palavras de origem latina, a união de um ii a um i átono seguinte. Não divergem, portanto, formas como fluido de formas como gratuito. E isso não impede que nos derivados de formas daquele tipo as vogais grafadas ii e i se separem: fluídico,fluidez (u-i).
c) Além dos ditongos orais propriamente ditos, os quais são todos decrescentes, admite-se, como é sabido, a existência de ditongos crescentes. Podem considerar-se no número deles as seqüências vocálicas póstónicas/ pós-tônicas, tais as que se representam graficamente por ea, co, ia, ie, lo, oa, ua, ue, uo: áurea, áureo, calúnia, espécie, exímio, mágoa, míngua, ténue/tênue, tríduo.
3º) Os ditongos nasais, que na sua maioria tanto podem ser tónicos/tônicos como átonos, pertencem graficamente a dois tipos fundamentais: ditongos representados por vogal com til e semivogal; ditongos representados por uma vogal seguida da consoante nasal m. Eis a indicação de uns e outros:
a) Os ditongos representados por vogal com til e semivogal são quatro, considerando-se apenas a língua padrão contemporânea: ãe (usado em vocábulos oxítonos e derivados), ãi (usado em vocábulos anoxítonos e derivados), ão e õe. Exemplos: cães, Guimarães, mãe, mãezinha; cãibas, cãibeiro, cãibra, zãibo; mão, maozinha, não, quão, sótão, sotãozinho, tão; Camões, orações, oraçõezinhas, põe, repões. Ao lado de tais ditongos pode, por exemplo, colocar-se o ditongo üi; mas este, embora se exemplifique numa forma popular como rui = ruim, representa-se sem o til nas formas muito e mui, por obediência à tradição.
b) Os ditongos representados por uma vogal seguida da consoante nasal m são dois: am e em. Divergem, porém, nos seus empregos:
i) am (sempre átono) só se emprega em flexões verbais: amam, deviam, escreveram, puseram;
ii) em (tónico/tônico ou átono) emprega-se em palavras de categorias morfológicas diversas, incluindo flexões verbais, e pode apresentar variantes gráficas determinadas pela posição, pela acentuação ou, simultaneamente, pela posição e pela acentuação: bem, Bembom, Bemposta, cem, devem, nem, quem, sem, tem, virgem; Bencanta, Benfeito, Benfica, benquisto, bens, enfim, enquanto, homenzarrão, homenzinho, nuvenzinha, tens, virgens, amém (variação do ámen), armazém, convém, mantém, ninguém, porém, Santarém, também; convêm, mantêm, têm (3ªs pessoas do plural); armazéns, desdéns, convéns, reténs; Belenzada, vintenzinho.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Matusiak no Wisła Kraków? Ainda não.
"Muito gostaria de jogar em Bełchatów, mas não foi minha culpa que as negociações não chegaram a bom termo. Por que? Por favor, perguntem para o dono da equipe. Presidente Jerzy Ożóg nada pude fazer. É só isso que posso dizer." Respondeu Matusiak. Segundo versões não oficiais, o chefe da Mina de Carvão Brunat, que é dono de 100% das ações do clube de futebol não aceitou as condições financeiras apresentadas pelo jogador. Por outro lado, Marek Wilczek, presidente do Wisła Kraków diz que conversou com Matusiak, mas também com outros jogadores e que por enquanto nada foi assinado. Caso se concretize as negociações o atacante da seleção polaco será um sério concorrente do brasileiro Jean Paulista, que no último semestre, passou por momentos difíceis na equipe, sendo sacado várias vezes. Além do novo contratado Jean terá outros dois atacantes na sua posição. O que parece não preocupador o treinador, pois vê o brasileiro como um coringa com qualidades que permitem colocá-lo em qualquer posição do ataque. Atitude que não parece ser do agrado do brasileiro que gostaria de atuar sempre na sua.
Doda é só "frisson"
Uma enquete de Telekamery 2008, na categoria "música" junto a rapazes escolheu a cantora Doda como a mais elegante da noite, tanto na versão esportiva como elegância da noite. A cantora sensação dos últimos meses da música pop polaca continua agitando corações e sensações. Por onde passa com sua esfuziante figura causa "frisson".terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Wyborza: Roleta americana

Reforma ortográfica português - 7
Na representação das vogais nasais devem observar-se os seguintes preceitos:
1º) Quando uma vogal nasal ocorre em fim de palavra, ou em fim de elemento seguido de hífen,
representa-se a nasalidade pelo til, se essa vogal é de timbre a; por m, se possui qualquer outro timbre e termina a palavra; e por n se é de timbre diverso de a e está seguida de s: afã, grã, Grã-Bretanha, lã, órfã, sã-braseiro (forma dialetal; o mesmo que são-brasense = de S. Brás de Alportel); clarim, tom, vacum, flautins, semitons, zunzuns.
2º) Os vocábulos terminados em -ã transmitem esta representação do a nasal aos advérbios em -mente que deles se formem, assim como a derivados em que entrem sufixos iniciados por z: enistãmente, irmãmente, sãmente; lãzudo, maçãzita, manhãzinha, romãzeira.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Silenciar grevistas
Agora são os trabalhadores dos Correios que desejam aumento de salários.
Reforma Ortográfica Português - 6
1º.) O emprego do e e do i, assim como o do o e do u em sílaba átona, regula-se fundamentalmente pela etimologia e por particularidades da história das palavras. Assim, se estabelecem variadíssimas grafias:
a) Com e e i: ameaça, amealhar, antecipar, arrepiar, balnear, boreal, campeão, cardeal (prelado, ave, planta; diferente de cardial = "relativo à cárdia"), Ceará, côdea, enseada, enteado, Floreal, janeanes, lêndea, Leonardo, Leonel, Leonor, Leopoldo, Leote, linear, meão, melhor, nomear, peanha, quase (em vez de quási), real, semear, semelhante, várzea; ameixial, Ameixieira, amial, amieiro, arrieiro, artilharia, capitânia, cordial (adjetivo e substantivo), corno/a, crânio, criar, diante, diminuir, Dinis, ferregial, Filinto, Filipe (e identicamente Filipa, Filipinas, etc.), freixial, giesta, Idanha, igual, imiscuir-se, inigualável, lampião, limiar, Lumiar, lumieiro, pátio, pior, tigela, tijolo, Vimieiro, Vimioso.
b) Com o e u: abolir, Alpendorada, assolar, borboleta, cobiça, consoada, consoar costume, díscolo,
êmbolo, engolir, epístola, esbafonir-se, esboroar, farândola, femoral, Freixoeira, girândola, goela, jocoso, mágoa, névoa, nódoa, óbolo, Páscoa, Pascoal, Pascoela,polir, Rodolfo, tá voa, tavoada, távola, tômbola, veio (substantivo e forma do verbo vir); açular, água, aluvião, arcuense, assumir, bulir, camândulas, curtir, curtume, embutir, entupir, fémur/fêmur, fistula, glândula, ínsua, jucundo, légua, Luanda, lucubração, lugar, mangual, Manuel, míngua, Nicarágua, pontual, régua, tábua, tabuada, tabuleta, trégua, vitualha.
2º) Sendo muito variadas as condições etimológicas e histórico-fonéticas em que se fixam graficamente e e i ou o e u em sílaba átona, é evidente que só a consulta dos vocabulários ou dicionários pode indicar, muitas vezes, se deve empregar-se e ou i, se o ou u. Há, todavia, alguns casos em que o uso dessas vogais pode ser facilmente sistematizado. Convém fixar os seguintes:
a) Escrevem-se com e, e não com i, antes da sílaba tónica/tônica, os substantivos e adjetivos que
procedem de substantivos terminados em -elo e -eia, ou com eles estão em relação direta. Assim se regulam: aldeão, aldeola, aldeota por aldeia; areal, areeiro, areento, Areosa por areia; aveal por aveia; baleal por baleia; cadeado por cadeia; candeeiro por candeia; centeeira e centeeino por centeio; colmeal e colmeeiro por colmeia; correada e correame por correia.
b) Escrevem-se igualmente com e, antes de vogal ou ditongo da sílaba tónica/ tônica, os derivados de palavras que terminam em e acentuado (o qual pode representar um antigo hiato: ea, ee): galeão, galeota, galeote, de galé; coreano, de Coreia; daomeano, de Daomé; guineense, de Guiné; poleame e poleeiro, de polé.
c) Escrevem-se com i, e não com e, antes da sílaba tónica/tônica, os adjetivos e substantivos derivados em que entram os sufixos mistos de formação vernácula -iano e -iense, os quais são o resultado da combinação dos sufixos -ano e -ense com um i de origem analógica (baseado em palavras onde -ano e - ense estão precedidos de i pertencente ao tema: horaciano, italiano, duniense, flaviense, etc.): açoriano, acriano (de Acre), camoniamo, goisiano (relativo a Damião de Góis), siniense (de Sines), sofocliano, torniano, torniense (de Torre(s)).
d) Uniformizam-se com as terminações -io e -ia (átonas), em vez de -co e -ea, os substantivos que constituem variações, obtidas por ampliação, de outros substantivos terminados em vogal; cúmio (popular), de cume; hástia, de haste; réstia, do antigo neste, véstia, de veste.
e) Os verbos em -ear podem distinguir-se praticamente, grande número de vezes, dos verbos em -ian, quer pela formação, quer pela conjugação e formação ao mesmo tempo. Estão no primeiro caso todos os verbos que se prendem a substantivos em -elo ou -eia (sejam formados em português ou venham já do latim); assim se regulam: aldear, por aldeia; alhear, por alheio; cear por ceia; encadear por cadeia; pean, por pela; etc. Estão no segundo caso todos os verbos que têm normalmente flexões rizotónicas/rizotônicas em -eio, -eias, etc.: clarear, delinear, devanear,falsear, granjear, guerrear, hastear, nomear, semear, etc.
Existem, no entanto, verbos em -iar, ligados a substantivos com as terminações átonas -ia ou -io, que admitem variantes na conjugação: negoceio ou negocio (cf. negócio); premeio ou premio (cf.
prémio/prêmio); etc.
f) Não é lícito o emprego do u final átono em palavras de origem latina. Escreve-se, por isso: moto, em vez de mótu (por exemplo, na expressão de moto próprio); tribo, em vez de tribu.
g) Os verbos em -oar distinguem-se praticamente dos verbos em -uar pela sua conjugação nas formas rizotónicas/rizotônicas, que têm sempre o na sílaba acentuada: abençoar com o, como abençoo, abençoas, etc.; destoar, com o, como destoo, destoas, etc.; mas acentuar, com u, como acentuo, acentuas, etc.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Balaio no carnaval de Cracóvia
Ostatki Pulsujące Sambą - Impreza Brazylijska. (últimas pulsações do samba - festa brasileira) é a festa que deve animar a terça-feira de carnaval em Cracóvia no ritmo do samba. Acontece no Klub KIJÓW, ulica Krasińskiego, a partir das 20:00 horas. A animação fica por conta de um grupo de São Paulo que se apresenta na Sala Grande juntamente com a Akademia Tańca de Cracóvia.O quinteto Balaio é formado por músicos paulistas e um polaco (que está estudando música no Brasil). Em São Paulo costumam se apresentar no Café Piu Piu. São do Balaio, o compositor, gitarrista e vocalista Leonardo Bianchini, o gitarrista Leonardo Magalhães, o guitarrista e vocal Leonardo Bianchini, guitarrista e vocal Luiz Antonio Brandileone, o baixo Andre Henrique, o percussionista Andre Kurchal, o percussionista Cristiano Santiago e o polaco Kuba Pałys no piano.
Biletes a 10 zł (ulgowy) e 15 zł (normalny). O evento tem apoio do Cônsul Honorário brasileiro, o polaco Sr. Paweł Świderski.Inscrições abertas: Festival de Łódż
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Símbolo permanente do comunismo
Reforma Ortográfica Português - 5
Assim:
a) Conservam-se nos casos em que são invariavelmente proferidos nas pronúncias cultas da língua: compacto, convicção, convicto, ficção, friccionar, pacto, pictural; adepto, apto, díptico, erupção, eucalipto, inepto, núpcias, rapto.
b) Eliminam-se nos casos em que são invariavelmente mudos nas pronúncias cultas da língua: ação, acionar, afetivo, aflição, aflito, ato, coleção, coletivo, direção, diretor, exato, objeção; adoção, adotar, batizar, Egito, ótimo.
c) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: aspecto e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres, dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receçâo.
d) Quando, nas sequências interiores mpc, mpç e mpt se eliminar o p de acordo com o determinado nos parágrafos precedentes, o m passa a n, escrevendo-se, respetivamente, nc, nç e nt: assumpcionista e assuncionista; assumpção e assunção; assumptível e assuntível; peremptório e perentório, sumptuoso e suntuoso, sumptuosidade e suntuosidade.
2º) Conservam-se ou eliminam-se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: o b da seqüência bd, em súbdito; o b da seqüência bt, em subtil e seus derivados; o g da seqüência gd, em amígdala, amigdalácea, amigdalar, amigdalato, amigdalite, amigdalóide, amigdalopatia, amigdalotomia; o m da seqüência mn, em amnistia, amnistiar, indemne, indemnidade, indemnizar, omnímodo, omnipotente, omnisciente, etc.; o t da seqüência tm, em aritmética e aritmético.
Pôr do sol de inverno em Cracóvia
Nestes primeiros dias de fevereiro, com temperaturas de 3 a 5 graus positivos, sem neve (o normal seria 15 negativos e muita neve) e muito sol (claro de inverno) as tardes de Cracóvia tem sido belas. O pôr do sol tem colorido a cidade. Aqui, o início da ulica Zwierzyniecka (ulitsa sviejinietsca) onde está o Teatro da Filarmônica da cidade.Melhor Hostel do mundo é de Cracóvia
O Hostel Flamingo de Cracóvia foi eleito como o melhor do mundo pelos leitores do portal de buscas de hospedagem Hostelworld.com. Turistas do mundo inteiro votaram em vários estabelecimentos de várias categorias, desde hotéis cinco estrelas até pensões e albergues. A cerimônia de entrega dos prêmios do 6th Annual Hoscars Awards será em Dublin na Irlanda. Mais de 600 mil votantes participaram e escolheram o Flamingo entre 15 mil hostels constantes da lista do site. Na categoria hotel foi eleito o Hotel Jetpak de Berlim e o hostel com a melhor festa o Giovanni's Home de Napolis. Na escolha foram levados em consideração a segurança, a localização, o serviço e a atmosfera.
O Flamingo está na Ulica Szewska (ulitsa chévsca - rua das costureiras) a 20 metros do Rynek Głowny (praça do mercado central). Localizado no primeiro andar de uma kamiennica (edificio) do século 17, o Flamingo possui quartos com duas camas, 4 camas com banheiro, 6, 8 e 10 camas. A maioria dos quartos possui camas com gavetas com chaves.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Reforma Ortográfica Português - 4
DA HOMOFONIA DE CERTOS GRAFEMAS CONSONÂNTICOS
1º) Distinção gráfica entre ch e x: achar, archote, bucha, capacho, capucho, chamar, chave, Chico, chiste, chorar, colchão, colchete, endecha, estrebucha, facho, ficha, flecha, frincha, gancho, inchar, macho, mancha, murchar, nicho, pachorra, pecha, pechincha, penacho, rachar, sachar, tacho; ameixa, anexim,baixei, baixo, bexiga, bruxa, coaxar, coxia, debuxo, deixar, eixo, elixir, enxofre, faixa, feixe, madeixa, mexer, oxalá, praxe, puxar, rouxinol, vexar, xadrez, xarope, xenofobia, xerife, xícara.
2º) Distinção gráfica entre g, com valor de fricativa palatal, e j: adágio, alfageme, Álgebra, algema,algeroz, Algés, algibebe, algibeira, álgido, almargem, Alvorge, Argel, estrangeiro, falange, ferrugem, frigir, gelosia, gengiva, gergelim, geringonça, Gibraltar, ginete, ginja, girafa, gíria, herege, relógio, sege, Tânger, virgem; adjetivo, ajeitar, ajeru (nome de planta indiana e de uma espécie de papagaio), canjerê, canjica, enjeitar, granjear, hoje, intrujice, jecoral, jejum, jeira, jeito, Jeová, jenipapo, jequiri, jequitibá, Jeremias, Jericó, jerimum, Jerónimo, Jesus, jibóia, jiquipanga, jiquiró, jiquitaia, jirau, jiriti, jitirana, laranjeira, lojista, majestade, majestoso, manjerico, manjerona, mucujê, pajé, pegajento, rejeitar, sujeito, trejeito.
3º) Distinção gráfica entre as letras s, ss, c, ç e x, que representam sibilantes surdas: ânsia, ascensão, aspersão, cansar, conversão, esconso,farsa, ganso, imenso, mansão, mansarda, manso, pretensão, remanso, seara, seda, Seia, Sertã, Sernancelhe, serralheiro, Singapura, Sintra, sisa, tarso, terso, valsa; abadessa, acossar, amassar, arremessar, Asseiceira, asseio, atravessar, benesse, Cassilda, codesso (identicamente Codessal ou Codassal, Codesseda, Codessoso, etc.), crasso, devassar, dossel, egresso, endossar, escasso, fosso, gesso, molosso, mossa, obsessão, pêssego, possesso, remessa, sossegar, acém, acervo, alicerce, cebola, cereal, Cernache, cetim, Cinfães, Escócia, Macedo, obcecar, percevejo; açafate, açorda, açúcar, almaço, atenção, berço, Buçaco, caçanje, caçula, caraça, dançar, Eça, enguiço, Gonçalves, inserção, linguiça, maçada, Mação, maçar, Moçambique, Monção, muçulmano, murça, negaça, pança, peça, quiçaba, quiçaça, quiçama, quiçamba, Seiça (grafia que pretere as erróneas/errôneas Ceiça e Ceissa), Seiçal, Suíça, terço; auxílio, Maximiliano, Maximino, máximo, próximo, sintaxe.
4º) Distinção gráfica entre s de fim de sílaba (inicial ou interior) e x e z com idêntico valor fónico/fônico: adestrar, Calisto, escusar, esdrúxulo, esgotar, esplanada, esplêndido, espontâneo, espremer, esquisito, estender, Estremadura, Estremoz, inesgotável; extensão, explicar, extraordinário, inextricável, inexperto, sextante, têxtil; capazmente, infelizmente, velozmente. De acordo com esta distinção convém notar dois casos:
a) Em final de sílaba que não seja final de palavra, o x = s muda para s sempre que está precedido de i ou u: justapor, justalinear, misto, sistino (cf. Capela Sistina), Sisto, em vez de juxtapor, juxtalinear, mixto, sixtina, Sixto.
b) Só nos advérbios em -mente se admite z, com valor idêntico ao de s, em final de sílaba seguida de outra consoante (cf. capazmente, etc.); de contrário, o s toma sempre o lugar do z: Biscaia, e não Bizcaia.
5º) Distinção gráfica entre s final de palavra e x e z com idêntico valor fónico/ fônico: aguarrás, aliás, anis, após, atrás, através, Avis, Brás, Dinis, Garcês, gás, Gerês, Inês, íris, Jesus, jus, lápis, Luís, país, português, Queirós, quis, retrós, revés, Tomás, Valdês; cálix, Félix, Fénix flux; assaz, arroz, avestruz, dez, diz, fez (substantivo e forma do verbo fazer), fiz, Forjaz, Galaaz, giz, jaez, matiz, petiz, Queluz, Romariz, [Arcos de] Valdevez, Vaz. A propósito, deve observar-se que é inadmissível z final equivalente a s em palavra não oxítona: Cádis, e não Cádiz.
6º) Distinção gráfica entre as letras interiores s, x e z, que representam sibilantes sonoras: aceso, analisar, anestesia, artesão, asa, asilo, Baltasar, besouro, besuntar, blusa, brasa, brasão, Brasil, brisa, [Marco de]Canaveses, coliseu, defesa, duquesa, Elisa, empresa, Ermesinde, Esposende, frenesi ou frenesim, frisar, guisa, improviso, jusante, liso, lousa, Lousã, Luso (nome de lugar, homónimo/homônimo de Luso, nome mitológico), Matosinhos, Meneses, narciso, Nisa, obséquio, ousar, pesquisa, portuguesa, presa, raso, represa, Resende, sacerdotisa, Sesimbra, Sousa, surpresa, tisana, transe, trânsito, vaso; exalar, exemplo, exibir, exorbitar, exuberante, inexato, inexorável; abalizado, alfazema, Arcozelo, autorizar, azar, azedo, azo, azorrague, baliza, bazar, beleza, buzina, búzio, comezinho, deslizar, deslize, Ezequiel, fuzileiro, Galiza, guizo, helenizar, lambuzar, lezíria, Mouzinho, proeza, sazão, urze, vazar, Veneza, Vizela, Vouzela.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
O dia do SONHO é hoje
Życzymy smacznego!P.S. a pronúncia da saudação em polaco é jitchimi smatchenégo.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Reforma ortográfica português - 3
Do H Inicial ao Final
1º) O h inicial emprega-se:
a) Por força da etimologia: haver, hélice, hera, hoje, hora, homem, humor.
b) Em virtude da adoção convencional: hã?, hem?, hum!.
2º) O h inicial suprime-se:
a) Quando, apesar da etimologia, a sua supressão está inteiramente consagrada pelo uso: erva, em vez de
herva; e, portanto, ervaçal, ervanário, ervoso (em contraste com herbáceo, herbanário, herboso, formas de
origem erudita);
b) Quando, por via de composição, passa a interior e o elemento em que figura se aglutina ao precedente:
biebdomadário, desarmonia, desumano, exaurir, inábil, lobisomem, reabilitar, reaver.
3º) O h inicial mantém-se, no entanto, quando, numa palavra composta, pertence a um elemento que está
ligado ao anterior por meio de hífen: anti-higiénico/ anti-higiênico, contra-haste, pré-história, sobrehumano.
4º) O h final emprega-se em interjeições: ah! oh!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Tratores roubados vendidos na Polônia

A marca mais utilizada para "efetuar a operação" é o caraccterístico verde-amarelo John Deere. Chegam a verder o produto do roubo por 63,7 mil a 75 mil libras esterlinas. Como dependem da "clientela" polaca também se utilizam das marcas New Holland, Massey Ferguson e Caterpillar. Segundo os investigadores polacos, a gangue conta com o "beneplácido" de soldados irlandeses de fronteira e "conseguem seus produtos" nas fazendas e mesmo nos parques de exposição das concessionárias de tratores. Em seguida, "com as vistas grossas" das autoridades "exportam" para outros países, fazendo uma triangulação para que os veículos entrem na Polônia "legalizados".
domingo, 27 de janeiro de 2008
Brasileiro contribuiu na restauração do Wawel
O Castelo de Wawel, como inúmeros outros monumentos, foram destruídos e ultrajados pela invasão austríaca de mais de 127 anos que assolou o Sul da Polônia e terminou com a derrota do Império Austro-Húngaro na primeira guerra mundial.
sábado, 26 de janeiro de 2008
A maior catástrofe da história da aviação polaca
Foto: Wojtek Basalygo/SEOs oficiais faziam eram da Brigada de Tática Aeropotuária de Świdwin. Entre estes 8 eram pilotos. O avião sinistrado era de fabricação espanhola. As Forças Armadas, possuem outros 9 aviões casa comprados ente 2005 e 2007. Foi o primeiro acidente com estes avião e logo no primeiro de forma trágica. O avião faria apenas um escala para os oficiais de Szczecin desembarcassem, o restante dos passageiros e tripulates seguiriam para Cracóvia, onde está a base dos CASA espanóis. A catástrofe de Mirosławce é o primeiro ocorrido no mundo com este avião.
Este avião CASA C-295M nr 019 foi fotografado na quarta-feira as 16:47 horas no aeroporto de Varsóvia trazendo os generais que dois dias depois morreriam antes de aterrizarem na escala com detino a seus lares. Foto: Maciej Wolański.
Em miejsce katastrofy (local da tragédia) onde o avião se espatifou antes de aterrizar no aeroproto de Mirosławce.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Seis meses de blog
Os mecanismos de registros de visitantes apontam número de visitantes e número de páginas vistas. A média diária é de 100 visitantes e 150 páginas. Nada mal, já que no total já ultrapassou os 17 mil acessos. E é leitor de vários ediomas de lugares tão distantes como a Mongólia, Austrália, Honduras, Patagônia, Groelândia. Estou contento e agradeço a todos aqueles que visitam, incentivam e divulgam. Porque só este é o meu pagamento: o carinho de quem acompanha.
Para acompanhar estreamos um visual novo, com letras maiores e mais verde, porque verde é que te quero verde, Brasil. As nóticias, claro, nas cores da Polônia.
Lapa: casa de polaco não é tombada
Esta casa de tábua de madeira, na cidade da Lapa, considerada o berço dos heróis do Paraná não é tombada. Interessante notar que as demais construções da cidade histórica da Lapa, onde participaram na defesa da sitiada cidade inclusive imigrantes polacos, são em sua maioria tombadas pelo patrimônio público. O casario restaurado e conservado é todo em alvenaria (e/ou taipa, ou estuque) em estilo português.Como já citei aqui neste blog, este tipo de casa de madeira da foto, entretanto não tem nada de influência portuguesa, mas sim uma legado dos polacos imigrantes da região Leste da Polônia, mais precisamente dos arredores das cidades de Lublin, Zamość, Chełm, Łuków, Biała Podlaska, Wojcieszków, Koch e Garwolin. As casas de troncos, por sua vez também existentes nos munícipos vizinhos da Lapa, como Contenda, Araucária e São José dos Pinhais, sãooriginárias das regiões das antigas Galícia e Silésia, onde estão Jarosław, Rzeszów, Krośno, Nowy Sącz, Zakopane, Bielsko Biała, Oświęcin, Cracovia, Katowice e Gliwice.
Já o casario lapeano mais tradicional como a foto abaixo nos remete a Vila Real de Trás os Montes, Caldas da Rainha, Braga, Viana do Castelo, Beja, Aveiro e Óbidos, em Portugal.
Jan Rokita apela: deixem me paz!
"Todas as notícias publicadas a meu respeito não são verdadeiras", sublinha Rokita. "Não tenho amantes. Nelli alugol nova e elegante casa matrimonial. Minha esposa é abstinente e radicalmente contra o vício de fumar." Em seguida afirma qye desde 14 de setembro, tanto o primeiro-ministro Donald Tusk não tem tido nenhum contato com ele. Considerado um politíco extremamente sério, Rokita, entretanto, nunca se separa de seus folclórico chapéus, sejam pretos, brancos ou coloridos, o que contrasta não só com a sombriedade de seus ternos como também de suas posições políticas. Derrotado nas últimas eleições parlamentares, o representante de Cracóvia já teve "altos" sonhos ", como o cargo de primeiro-ministro, atualmente ocupado por Tusk, seu companheiro do Partido PO-Plataforma da Cidadania e até a Presidência da República.
Reforma ortográfica Português - 2
DO ALFABETO E DOS NOMES PRÓPRIOS ESTRANGEIROS E SEUS DERIVADOS
1º) O alfabeto da língua portuguesa é formado por vinte e seis letras, cada uma delas com uma forma
minúscula e outra maiúscula:
| a A (á) | j J (jota) | s S (esse) |
| b B (bê) | k K (capa ou cá) | t T (tê) |
| c C (cê) | l L (ele) | u U (u) |
| d D (dê) | m M (eme | ) v V (vê) |
| e E (é) | n N (ene) | w W (dáblio) |
| f F (efe) | o O (o) | x X (xis) |
| g G (gê ou guê) | p P (pê) | y Y (ípsilon) |
| h H (agá) | q Q (quê) | z Z (zê) |
| i I (i) | r R (erre) | |
Obs.:
1. Além destas letras, usam-se o ç (cê cedilhado) e os seguintes dígrafos: rr (erre duplo), ss (esse duplo), ch (cê-agá), lh (ele-agá), nh (ene-agá), gu (guê-u) e qu (quê-u).
2. Os nomes das letras acima sugeridos não excluem outras formas de as designar.
2º) As letras k, w e y usam-se nos seguintes casos especiais:
a) Em antropónimos/antropônimos originários de outras línguas e seus derivados: Franklin, ftankliniano; Kant, kantistno; Darwin, darwinismo: Wagner, wagneriano, Byron, byroniano; Taylor, taylorista;
b) Em topónimos/topônimos originários de outras línguas e seus derivados: Kwanza; Kuwait, kuwaitiano; Malawi, malawiano;
c) Em siglas, símbolos e mesmo em palavras adotadas como unidades de medida de curso internacional:TWA, KLM; K-potássio (de kalium), W-oeste (West); kg-quilograma, km-quilómetro, kW-kilowatt, ydjarda (yard); Watt.
3º) Em congruência com o número anterior, mantém-se nos vocábulos derivados eruditamente de nomes próprios estrangeiros quaisquer combinações gráficas ou sinais diacríticos não peculiares à nossa escrita que figurem nesses nomes: comtista, de Comte; garrettiano, de Garrett; jeffersónia/ jeffersônia, de Jefferson; mülleriano, de Müller; shakesperiano, de Shakespeare.
Os vocábulos autorizados registrarão grafias alternativas admissíveis, em casos de divulgação de certas palavras de tal tipo de origem (a exemplo de fúcsia/ fúchsia e derivados, bungavília/ bunganvílea/bougainvíllea).
4º) Os dígrafos finais de origem hebraica ch, ph e th podem conservar-se em formas onomásticas da tradição bíblica, como Baruch, Loth, Moloch, Ziph, ou então simplificar-se: Baruc, Lot, Moloc, Zif. Se qualquer um destes dígrafos, em formas do mesmo tipo, é invariavelmente mudo, elimina-se: José, Nazaré, em vez de Joseph, Nazareth; e se algum deles, por força do uso, permite adaptação, substitui-se, recebendo uma adição vocálica: Judite, em vez de Judith.
5º) As consoantes finais grafadas b, c, d, g e h mantêm-se, quer sejam mudas, quer proferidas, nas formas onomásticas em que o uso as consagrou, nomeadamente antropónimos/antropônimos e topónimos/topônimos da tradição bíblica; Jacob, Job, Moab, Isaac; David, Gad; Gog, Magog; Bensabat, Josafat.
Integram-se também nesta forma: Cid. em que o d é sempre pronunciado; Madrid e Valhadolid, em que o d ora é pronunciado, ora não; e Calcem ou Calicut, em que o t se encontra nas mesmas condições.
Nada impede, entretanto, que dos antropónimos/antropônimos em apreço sejam usados sem a consoante final Jó, Davi e Jacó.
6º) Recomenda-se que os topónimos/topônimos de línguas estrangeiras se substituam, tanto quanto possível, por formas vernáculas, quando estas sejam antigas e ainda vivas em português ou quando entrem, ou possam entrar, no uso corrente.
Exemplo: Anvers, substituíndo por Antuérpia; Cherbourg, por Cherburgo; Garonne, por Garona; Genève, por Genebra; Justland, por Jutlândia; Milano, por Milão; München, por Muniche; Torino, por Turim; Zürich, por Zurique, etc.
Simpósio e concurso de humor em Łódż
ŁÓDZKI DOM KULTURY i STOWARZYSZENIE TWÓRCÓW „CONTUR”
uprzejmie zapraszają do wzięcia udziału w ó s m e j edycji
interdyscyplinarnego sympozjum popularnonaukowego (tym razem pod tytułem):
Komiks jako zjawisko artystyczne
- na pograniczu sztuk, mediów, gatunków.
O simpósio tem caráter internacional e ocorrerá em outubro deste ano, no Łódzkim Domu Kultury, localizado na cidade de Łódź, na ulica (ulitssa-rua) Traugutta, nr. 18, juntamente com o 19°.Festival Internacional de "Comics" - www.komiksfestiwal.com. Os organizadores acreditam que será uma ocasião para tomar conhecimento da realidade do humor dos cartuns, charges e tiras, em seus vários aspectos, como problemática envolvendo teorias, seu papel, significado e posição no contexto cultural, artístico e social.
Os interessados podem participar com palestras sobre o assunto, ou simplemente enviando seus trabalhos originais (charges) para concurso. Todos os trabalhos, ou seja, palestras e cartuns (charges, tiras) devem ser enviados para a organização do evento até 31 de março de 2008. Para maiores informações e solicitação do regulamento de participação, enviar mensagem para Krzysztof Skrzypczyk, no skrzypczyk@poczta.onet.pl , ou pelo tel., +48512530667.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Reforma ortográfica Português - I


Considerando que o projecto de texto de ortografia unificada de língua portuguesa aprovado em Lisboa, em 12 de Outubro de 1990, pela Academia das Ciências de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, com a adesão da delegação de observadores da Galiza, constitui um passo importante para a defesa da unidade essencial da língua portuguesa e para o seu prestigio internacional, Considerando que o texto do acordo que ora se aprova resulta de um aprofundado debate nos Países signatários, a República Popular de Angola,a República Federativa do Brasil, a República de Cabo Verde, a República da Guiné-Bissau, a República de Moçambique, a República Portuguesa, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, acordam no seguinte:
Artigo 1º
É aprovado o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que consta como anexo I ao presente instrumento de aprovação, sob a designação de Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990) e vai acompanhado da respectiva rota explicativa, que consta como anexo II ao mesmo instrumento de aprovação, sob a designação de Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990).
Artigo 2º
Os Estados signatários tomarão, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração, até 1 de Janeiro de 1993, de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas.
Artigo 3º
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1 de Janeiro de 1994, após depositados os instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do Governo da República Portuguesa.
Artigo 4º
Os Estados signatários adaptarão as medidas que entenderem adequadas ao efectivo respeito da data da entrada em vigor estabelecida no artigo 3º. Em fé do que, os abaixo assinados, devidamente credenciados para o efeito, aprovam o presente acordo,redigido em língua portuguesa, em sete exemplares, todos igualmente autênticos.
Assinado em Lisboa, em 16 de Dezembro de 1990.
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Rua de São Caetano, nº 32 1200-829 Lisboa
http://www.cplp.org
Telefone: (+351) 21 392 85 60 Fax: (+351) 21 392 85 88
Trabalho de buscas de documentos na Polônia
Os diferentes mapas dos diversos territórios que conformaram o reino da Polônia através dos séculos se auto incluem nas cores verde, azul, vermelha, cinza e preta. Confesso inicialmente que, quando ainda estava no Brasil, enviei cartas para pelo menos 7 cartórios da Polônia solicitando este documento... Não tive sucesso com nenhum dos cartórios e arquivos. Alguns não responderam. Outros sim, mas dizendos-se impedidos de fornecer os dados. Contudo, um deles enviou carta dizendo que eu já estava devendo 100 dólares, por tê-los feito realizar as pesquisas iniciais. Entretanto, como não tinham encontrando nada ainda, estavam propondo continuar com as buscas ao custo de 30 dólares a hora de pesquisa.
Desde que estou aqui na Polônia, fui pessoalmente às regiões onde nasceram meu avô e bisavó... A busca foi sempre difícil, mas acabei por encontrar os registros de nascimento não só dos dois, mas também da bisavó, do irmão e das duas irmãs do meu avô. Além disso consegui a certidão de casamento dos bisavôs. Através desta descobri o nome dos trisavôs (tataravôs) e que o bisavô havia nascido em outra região. Fui até lá e também consegui a certidão de nascimento dele. Infelizmente não, a dos pais dele, embora tudo leva a crer que a trisavô tenha nascido aí, mas não o trisavô. Depois dessa experiência de busca familiar, de ter cursado a disciplina de “Genealogia e brasões polacos”, no curso de idioma e cultura polaca, no Instituto de Estudos Étnicos da Universidade Jagiellonski de Cracóvia, tendo como professor, o Dr. Janusz Pezda, diretor da Biblioteca Czartoryska e já dominando a língua polaca, e um tanto de poder de convencimento, consegui que padres e cartorários permitissem pesquisas também para outras pessoas em cidades da Polônia.
Como funciona a busca
A pessoa interessada em que se faça esta busca deve pagar pelos meus custos de transporte (trem, ônibus, táxi) desde Cracóvia até a cidade e/ou localidades onde possa estar o assentamento, em livro de batistério, do ancestral pesquisado, além da estada (hotel e alimentação), pagamento do tradutor juramentado (pois nem sempre estes assentamentos estão em idioma polaco, mas também em russo, alemão e latim, devido às ocupações de quase um século e meio sofridas pela Polônia), pagamento pela expedição da segunda via do documento, e do envio pelo correio para a pessoa que solicitou os meus serviços.
Assim que dependendo do tempo de pesquisa (pode ser num único dia, pois tudo vai depender de encontrar a paróquia correta) estarei mais, ou menos tempo naquela região, além da distância entre Cracóvia e a localidade onde se farão as buscas e o pedido (se existir ainda o assentamento do nascimento) da segunda via.
Só inicio as buscas, uma vez que o valor acordado esteja depositado em minha conta corrente aqui na Polônia. Não invisto na busca o que não tenho. De todo modo alerto que não há garantias de serem encontrados os assentamentos, pois os livros que os continham, podem ter sido destruídos durante as guerras, terem sido extraviados, ou mesmo não terem sido feitos.
Para dar início as buscas, contudo, é necessário que a pessoa interessada forneça, o nome e sobrenome do ancestral grafado no idioma polaco, o nome dos pais deste, o ano, a localidade e a paróquia de nascimento. As buscas começam pelos cartórios, em que pese, poucos deles tenham livros do século 19 e início do século 20.
O passo seguinte é a sacristia da paróquia. Aí é necessário convencer o vigário e permitir a pesquisa em seus livros. Uma vez encontrado o assentamento e estando em outro idioma que não o polaco é necessário fazer a tradução juramentada. De posse da tradução, volta-se ao cartório, onde na maioria das vezes é necessário convencer o cartorário a emitir a segunda via. Já que ele só é obrigado a fornecê-la, se possuir os registros. Assim é necessário que ele aceite a tradução do assentamento do livro de batistérios da paróquia.
Finalmente de posse desta segunda, a pessoa interessada reúne as próprias certidões brasileiras traduzidas para o idioma polaco, o formulário padrão fornecido pelo Consulado da República da Polônia, o histórico de vida, pagamento da taxa, fotos e algum outro documento que o Consulado tenha passado a exigir mais recentemente.
A solicitação de cidadania polaca deve ser feita diretamente nos consulados pela pessoa interessada sem a intermediação de terceiros (por exemplo advogados). Para maiores informações sobre como iniciar o processo de pesquisa dos nomes, grafias e locais de nascimento, consulte minha página “Saga dos Polacos”. O contato para saber os custos das buscas na Polônia pode ser feito por e-mail, iarochinski@gmail.com , ou pelo telefone +48504578165.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Volta a nevar na Polônia
Katyń para o mundo
Katyń para o Oscar, com esta manchete, um dos dois maiores jornais da Polônia, o Gazeta Wyborcza saudou na primeira página de hoje, a nominação do filme de Andrzej Wajda (andjei vaida) à 80° edição do prêmio da Academia de Cinema de Hollywood, na categoria de melhor filme de língua não inglesa. No sub título escreveu: Devido a nominação ao Oscar, o filme de Andrzej Wajda, que já foi visto por mais de 3 milhões de polacos, tem agora chance de ser conhecido em todo o mundo.Cartaz nazista contra comunismo
Cartaz alemão distribuido durante a ocupação nazista na II Guerra Mundial na Polônia. Utilizando-se da língua polaca, os nazistas buscavam colocar os polacos contra os russos soviéticos. "Deveras de novo na Sibéria? Teu pai morreu em trabalhos forçados siberianos. Teu irmão assassinado em Katyń. Reflita sobre si e sua família". terça-feira, 22 de janeiro de 2008
"Katyń" mais perto do Oscar
"Katyń, Filme do cineasta polaco Andrzej Wajda (andjei vaida) cada vez mais perto do Oscar 2008", é o que diz a imprensa polaca sobre as nominações que foram anunciadas, hoje, em Los Angeles. O filme de Wajda que relata o maior assassinato em massa cometido pelos soviéticos contra os polacos na II Guerra Mundial, está na lista dos cinco "melhores filmes estrangeiros",
concorrendo com o austríaco, ""Die Fälscher"" dirigido por Stefan Ruzowitzky; o israelita "Beaufort" de Joseph Cedar, o cazaqui "Mongol" de Sergei Bodrov; e o russo "12" de Nikita Michałkow. Enquanto o diretor russo já concorreu quatro vezes ao Oscar de melhor filme de língua não inglesa sem vitórias, o polaco já recebeu o Oscar honorífico pelo conjunto de sua obra, o qual Wajda doou, junto com a Palma de Ouro de Cannes, o Urso de Ouro de Berlim e o Leão de Ouro de Veneza à Universidade Jagiellonski de Cracóvia. .












