terça-feira, 5 de março de 2013

Violonista polaca premiada se apresenta em Curitiba


Patricia Piekutowska é uma das mais destacadas violinistas polacas da atualidade.
Há treze anos ela percorre a Polônia e os cinco continentes em turnê como solista. Em maio de 2003, em Varsóvia, recebeu o "Prêmio Belvedere Internacional" para jovens artistas polacos que alcançaram significativo sucesso internacional.
Em janeiro de 2008, a primeira violinista polaca, recebeu o Prêmio "MIDEM Cannes Classical". Em seguida, gravou um CD inteiramente dedicado à música de Krzysztof Penderecki, onde ressalta a composição "Capriccio" com solo do violino de Piekutowska junto a uma orquestra sinfônica.
O álbum acabou recebendo o "Prêmio Les Crescendo Joker", na Bélgica, e também os prêmios "Pizzicato Supersonic", em Luxemburgo e o "Exelentia Scherzo", na Espanha. 
 Em setembro de 2007, Patricia Piekutowska  concluiu seu doutorado em artes musicais na Academia de Música de Katowice. Também é diplomada pela Academia de Música Fryderyk Chopin de Varsóvia, com honras em 2000, na classe do prof. Tadeusz Gadzina, além do mestrado com "Grande Distinção" na classe do prof. Igor Oistrakh, do Conservatório Real de Bruxelas.
Desde 2002, é professora na Academia de Música Fryderyk Chopin, em Varsóvia.
Em suas apresentações mundais, esteve no Uruguai, onde se apresentou em um recital junto com Janusz Olejniczak e a Orquestra Filarmônica de Montevidéu. Em novembro de 2003, juntamente com Igor Oistrakh atuou no Concerto em D menor para dois violinos de Johann Sebastian Bach com Filarmônica Nacional de Varsóvia e outro com Filarmônica, em Katowice.
Em fevereiro de 2006, fez a estreia sua europeia no Concerto de Violinos Roxanna Panufnik acompanhada por NOSPR, sob regência de Gabriel Chmura no 25º. Festival de Música Contemporânia "Musica Polonica Nova", em Wrocław.
Há três anos, toca em duo com Beata Bilińska, com quem gravou dois CDs. Ambas as gravações receberam o "Prêmio Pizzicato Supersonic",  em Luxemburgo, e elogios em revistas de música como "Gramophone" e "The Strad".
Em novembro de 2008, ela se apresentou em dois recitais por ocasião do 75º. ano de nascimento do compositor Krzysztof Penderecki, em Washington, DC e Nova York, além do Festival dedicado a Penderecki, na Polônia.


No total, Piekutowska já se apresentou em 500 concertos em cinco cinco continentes e gravou 7 CDs. 

Os 7 discos
1998 – Lutosławski, Paderewski, Wieniawski, Maria Szwajger-Kułakowska – fortepian (KBK)
2000 – Sibelius, Wieniawski – koncerty skrzypcowe, Narodowa Orkiestra Symfoniczna Polskiego Radia, dyr. Antoni Wit (CD Accord)
2004 – Penderecki Violin & Piano Works, Beata Bilińska – fortepian (DUX)
2006 – Józef i Henryk Wieniawscy, Edward Wolanin – fortepian (DUX)
2006 – Bacewicz, Lutosławski, Szymanowski, Beata Bilińska – fortepian (DUX)
2007 – Penderecki, „Capriccio” – NOSPR, dyr. Krzysztof Penderecki (DUX)
2009 – „Power of emotion” – Miniatury na skrzypce i fortepian, Mariusz Rutkowski – fortepian (DUX)

Assista vídeo com Patrycja

segunda-feira, 4 de março de 2013

Wałęsa convoca imprensa para explicar


"Em caso algum, pedirei desculpas a alguém", disse hoje, Lech Wałęsa (pronuncia-se lérrrhh vaúensa), explicando seu discurso da última sexta-feira sobre os homossexuais e o lugar das minorias no parlamento e na vida pública. 
O ex-presidente da Polônia disse que seus pontos de vista são apoiados pela maioria da nação e contra apenas a opinião de "poucas pessoas influentes."
Em Gdańsk, onde mora, Wałęsa explicou que, "Eu apenas disse que as minorias, às quais dou toda a honra, não deviam anunciar-se como maioria e querer impor seus pontos de vista. Eu estou cansado desse surto de propaganda, dessa ladainha contínua, deveriam falar de outras coisas". Ele ressaltou, que apesar das repercussões negativas, respeito as minorias.
Lech Wałęsa disse que não os está ameaçando, "provei isso durante toda  minha vida de lutas. No entanto, agora, que essas minorias são perigosas, que as ameaças dessa minoria desfilem e queiram seus direitos à maioria, eu não posso concordar. Falo isso como um democrata", acrescentou.
Wałęsa insistiu que ele, "não teve a intenção de ofender ninguém e que suas palavras no muro são uma espécie de metáfora."
Para ele, em particular, o parlamento deve ser reflexo da sociedade. "Se eles têm, por exemplo, 5 por cento, e, provavelmente, não tem sequer isso, eles não podem querer ocupar a Vice-presidência da Câmara dos Deputados, porque para isso deve haver, pelo menos, 20 por cento de apoio. Eu disse a eles que não quero joga-los fora.", disse o ex-líder do Solidariedade.
E antes de finalizar a entrevista coletiva, afirmou que, "Quase toda a nação me apoia, e só algumas pessoas estão contra mim. Estas opiniões mostram como eles são perigosos e que eles são uma ameaça. E portanto, a maioria não é a perigosa. E Wałęsa não é uma ameaça - Eu admito, eu concordo, porque a liberdade é minha proposição de vida e eu lutei por ela. No entanto, para mim, eles estão tentando limitar a minha liberdade. Isso é errado e por isso é que eu vou lutar contra."

sexta-feira, 1 de março de 2013

Polaco é campeão mundial de salto de esqui


A grande montanha de Predazzo ainda fala polaco. 

Essa a manchete do principais jornais europeus nessa sexta-feira, após o saltador de esqui Kamil Stoch, transformar-se no segundo polaco campeão mundial de saltos em esqui. O primeiro tinha sido o já lendário Adam Małysz, duas vezes campeão da modalidade.
O polaco Kamil saltou 131,5 metros, em 19 segundos, na grande rampa de Val di Fiemme, na região de Treviso, na Itália, nesta quinta-feira, 28 de fevereiro.
Stoch repete a façanha de Małycz que venceu ali, naquela mesma rampa em 2003.

"Sim, ele é polaco. Sim, ele é um campeão mundial e, sim, ele pode saltar muito longe. Mas por favor, não o chamem de Małysz. Seu nome é Kamil Stoch e ele é o novo Campeão do Mundo na grande colina de Predazzo." 

Estas são as frases que iniciam o noticiário dos veículos de comunicação europeus. Os jornalistas esclarecem que não se trata do herói nacional polaco Małysz, mas sim de um novo polaco, que atende pelo sobrenome de Stoch.

Kamil Wiktor Stoch nasceu em 25 de Maio de 1987 em Zakopane, sul da Polônia. Tem 1,73 m de altura e 53 kg. Fez sua primeira aparição mundial em 2003, ano em que seu ídolo Małysz se tornava campeão do mundo
Kamil é filho de Kristyna e Bronisław Stoch. Ele tem duas irmãs, Anna (nascida em 1983) e Natalya (nascida em 1985). 

Kamil foi criado e educado na cidade de Ząb. Cursou na escola de campeões Zespół Szkół Mistrzostwa Sportowego, em Zakopane. 
Graduou-se na Academia de Educação Física de Cracóvia e em outubro de 2012 recebeu o título de Mestre de educação física, na mesma faculdade.
Em 7 de agosto 2010, casou-se na Igreja da Congregação dos Paulinos de Bachledówce, em Zakopane, com Ewa Bilan.


Stoch conquistou a sua medalha de ouro com um salto quase perfeito registrado ainda na primeira série de saltos. O polaco realizou uma verdadeira obra de arte na montanha italiana, e com uma assinatura do maior salto do dia (131,5 metros) com uma técnica que acabou por lhe conceder três notas 19,5 dos juízes, quase tocando a perfeição com um dedo. 
Na segunda rodada, Stoch não perder o foco e, apesar do grande desafio representado pelos seus concorrentes, ele manteve a primeira posição, com um salto que claramente dava a ele o merecido e tão esperado título mundial de campeão. 
Uma corrida perfeita, com o melhor total de pontos, tanto na primeira série quanto na segunda. Por trás da perfeição de Stoch, a medalha de prata foi para um dos principais protagonistas dos saltos de esqui destes dias de campeonato mundial, Petr Prevc, da Eslovênia, que em poucos dias passou da condição de  um quase desconhecido para um dos maiores saltadores do Mundo. 
E finalmente, um pequeno pedaço da Noruega (campeã geral do torneio com 6 medalhas de ouro) não poderia faltar no pódio de Val di Fiemme e, portanto, Anders Jacobsen assumiu o papel de "Norueguês do Dia" conquistando uma merecida bronze. 
O primeiro a saltar foi justamente Jacobsen. O norueguês parecia confortável com a situação e cravou 131 metros. Logo depois, o esloveno Prevc fez 130,5 metros, conseguindo fechar as duas séries de salto com 0,6 pontos à frente de Jacobsen
Por fim, foi a vez de Kamil Stoch. Muitos se perguntam como o polaco poderia reagir à pressão, mas no final o campeão polaco provou ter a força de vontade necessária para controlar seus nervos e mais uma vez fez o melhor salto das séries, com 130 metros. O que somado ao salto anterior de 131, 5 metros lhe garantiu duas notas 19 e uma 19,5 dos juízes em 20 possíveis.

O título de campeão mundial na categoria Individual para Homens - HS134 ficou com o polaco:

1 -  Kamil Stoch (POLÔNIA) 295,8 pontos
2 - Peter Prevc (SLO) 289,7 pontos
3 - Anders Jacobsen (NOR) 289,1 pontos
4 - Wolfgang Loitzl (AUS) 284,9 pontos
5 - Jan Matura (CZE) 281,4 pontos

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Festa da Colheita na Colônia Murici

A tradicional Festa da Colheita da Colônia Murici acontece no próximo domingo (03) na Paróquia Sagrado Coração de Jesus. 
A festa é organizada pela comunidade da Colônia Murici, conta com o apoio da Prefeitura de São José dos Pinhais, e tem como principal objetivo agradecer a boa safra que foi obtida durante o ano, além de resgatar aspectos da cultura dos imigrantes polacos. 
Também é uma forma de homenagear os agricultores são-joseenses que neste dia enfeitam carroças e caminhões para participarem do desfile. É um dia especial para o município, com muito lazer e diversão, as famílias aproveitam o domingo com comida típica polaca, muita música e atrações. 
A festa vai contar com missa de abertura, os tradicionais desfiles de carroças enfeitadas, cavalgada e também com a exposição de produtos e maquinário agropecuário. 

Programação: 
09h30 – Santa Missa; 
09h45 – Cavalgada com saída da Chácara do Catapan (em frente a igreja do Cupim – Costeira do Cupim); 
10h45 – Desfile encenando o agradecimento a colheita: Mensagens das Capelinhas, Grupos folclóricos: Wawel, Cuore D'Itália e Alma Fandangueira, cavaleiros, carroças, tratores e caminhões; 
11h30 – Almoço: risoto, churrasco e costela fogo de chão (trazer pratos e talheres), e show musical com o trio Só Três e Nhô do Rodo e Zé da Enxada;
12h00 – Roleta com rodadas especiais de 12 prêmios com um boi no 1º prêmio; 14h00 – Bingo beneficente (1º prêmio: R$ 1.000,00 e dezenas de outros prêmios); 
16h00 – Apresentações folclóricas grupos: Wawel e Alma Fandangueira; 17h30 – Show de prêmios (1 moto 0 km, netbook, TV´s e bicicletas); 
18h00 – Show musical com Gustavo e Gabriel. 

A colônia Murici Situa-se a 10 Km do centro de São José dos Pinhais, ela surgiu na terceira etapa da colonização polaca no Paraná. 
Após a bem sucedida experiência com a colonização polaca em Curitiba, o governo da Província decidiu estender o processo ao município vizinho de São José dos Pinhais. 
Foram adquiridos 2.891 hectares, pois houve dificuldades de desapropriação, já que quase todos os terrenos ao redor de Curitiba eram propriedades particulares. Os problemas na hora da compra eram enormes, pois os títulos de propriedades eram muitos confusos e quase sempre aparecia mais de um proprietário reivindicando a posse. 
Esta área adquirida foi dividida em 4 colônias: Zacarias, Murici, Inspetor Carvalho e Coronel Accioly. A Colônia Murici foi criada, em abril de 1878, e compreendia os lotes entre os rios Miringuava e Pequeno e nela foram assentadas 20 famílias.
No dia 6 de junho de 1878, segundo registros da Paróquia de Murici, chegaram 60 colonos procedentes da Galícia (região de Gorlice, Malopolska e Podkarpacie) e Prússia (Região da Silésia).
Os novos imigrantes chegaram com o navio inglês Paschoal, em Paranaguá. Foram transladados para outro barco, no qual atracaram no Porto de Antonina, de onde vieram em carroças até o planalto curitibano.
A data de fundação da nova colônia foi fixada em 21 de setembro de 1878. A colônia Murici recebeu este nome em homenagem ao médico José Cândido da Silva Murici.
O primeiro batizado de um filho de polones, ocorreu no dia 3 de janeiro, com Francisco, filho de Wojciech Gottfried e Maria Muszynska. Foram padrinhos Wojciech Mikos e Anna Ciulis. O documento paroquial assinala que todos, exceto o pequeno Francisco, procediam da região da Silésia polaca (na época sob o jugo invasor dos alemães).
A colônia Murici de 876 hectares foi dividida em 72 lotes. Segundo levantamento de Edmund Wos Saporski, em 1893, a população da Colônia era de 240 imigrantes polacos, 82 filhos nascidos no Brasil e outras 57 pessoas de outras nacionalidades (brasileiros, italianos, ucranianos).
Devido às dificuldades, as casas foram construídas em mutirão, as paredes eram feitas com troncos de seis a nove metros de comprimento e, aproximadamente, cinquenta centímetros de diâmetro, encaixados uns nos outros pelas extremidades entalhadas.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Syberiada Polska", novo filme de Zaorski


Em uma das maiores produções históricas nos últimos anos no cinema polaco, Janusz Zaorski - autor de "Jogador de Poquer" - evoca a história dramática de polacos deportados nos anos 40 para a Sibéria. 
O público vai descobrir o destino dos expatriados a partir da perspectiva do jovem Staszek Dolina (Paweł Krucz), que vai para a Sibéria junto com seu pai (Adam Woronowicz), a mãe (Urszula Grabowska) e o irmão mais novo (Marcin Walewski). 
O diretor levou 7 anos para produzir "Syberiada Polska" (Polônia Siberiana), gravando em dois continentes e 4 países. "Stalin pensou: Por que matar os polacos? Quando se pode escravizá-los...". 
O filme tem roteiro de Michał Komar e Maciej Dutkiewicz e é estrelado por Adam Woronowicz, Sonia Bohosiewicz, Urszula Grabowska e Jan Peszek.

Trailler do filme:

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Polaco, segunda lingua no Reino Unido

Esta saiu no jornal Folha de S.Paulo, na Ilustríssima.
 DIÁRIO DE LONDRES
 BERNARDO MELLO FRANCO

 EU POLACO, TU POLACAS
 "Dzień dobry" não é "good morning", mas a chance de ouvir as duas palavras como cumprimento é cada vez maior por aqui. Na dúvida, improvise um sorriso: você acabou de receber um bom-dia em polaco. 
 O idioma acaba de se tornar o mais falado na Inglaterra depois do inglês, segundo o Censo 2011, divulgado no final do mês passado. Deixou para trás o panjabi e o urdu, que lembram o colonialismo britânico na Ásia e ainda reinam absolutos nos mercadinhos 24 horas. 
 A imigração polaca viveu seu auge em 2004, quando o Reino Unido abriu as portas a novos integrantes da União Europeia. Com a crise econômica, muita gente voltou para casa nos últimos anos, e agora o país do Leste Europeu vive uma invasão cultural ao contrário. 
Os linguistas de lá batizaram o fenômeno de "ponglish", uma mistura de polaco e inglês que já criou palavras engraçadas como "tiszert" ("t-shirt", ou camiseta). 

BOLAS DA VEZ 
 O censo também investigou as línguas menos faladas na terra da rainha. Ganhou outro resquício colonial: o crioulo caribenho, com apenas dois falantes. Mais fácil ouvir o inglês jamaicano, cultivado por cantores que imitam Bob Marley no metrô. Quem estiver atrás de investimento seguro deve apostar em escolas de inglês para falantes de romeno e búlgaro. São as línguas dos novos migrantes, que poderão fincar bandeira na ilha.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Morreu Wojciech - dos cosméticos - Inglot

Foto:Mariusz Piotrowski
Ele foi o primeiro polaco a abrir sua própria loja na prestigiada Times Square em Nova York. Não ninguém até hoje que não se surpreenda com uma empresa de polaco com tão rápido crescimento. E ele conseguiu essa proeza sem gasto algum em estratégias de marketing e publicidade, pois segundo ele próprio seu gastos nessa área de promoção são iguais a zero. 
Wojciech Inglot abriu sua empresa de cosméticos, depois de uma pós-graduação em química na Universidade Iaguielônica de Cracóvia, em 1983. No começo não produziu cosméticos, mas apenas um líquido para limpeza das cabeças de vídeo. 
O primeiro produto na área de cosméticos foi o desodorante VIP. Ao qual se seguiram uma nova gama de produtos. Foi Inglot quem introduziu pela primeira vez os cosméticos coloridos mercado polaco...os esmaltes para unha logo fizeram sucesso. 
A empresa foi fundada na cidade de Przemyśl, fronteira Sudeste da Polônia com a Ucrânia, onde ainda produz cerca de 95 por cento de todos os cosméticos Inglot: como batons, sombras e esmalte para unhas. 
Em uma entrevista recente, Wojciech Inglot afirmou não ter intenção de transferir a produção para qualquer outro qualquer, pois na fábrica de Przemyśl, desde a concepção até o produto final o tempo de fabricação é cinco vezes menor se tivesse que produzir seus cosméticos na Ásia, por exemplo.
Inglot pode ser considerado um visionário no mundo dos negócios, como evidenciado pelo rápido crescimento de suas lojas. Em 2001, abriu sua primeira loja de fábrica na Polônia, cinco anos depois, já tinha expandido sua rede ao exterior - seu primeiro salão internacional foi inaugurado em 2006, em Montreal, Canadá.
 As empresas de Inglot possuem hoje 333 lojas em 46 países em 6 continentes (incluindo cerca de 160 na Polônia). Neste grupo estão os locais de maior prestígio, como a Macy, famoso shopping de departamento em Times Square em New York City. Loja na qual personalidades mundiais fazem diretamente suas compras como Avril Lavigne, Kim Kardashian e Britney Spears.
Nos próximos cinco anos a Inglot quer ter 1.000 lojas em todo o mundo. Este ano, as vendas está crescem a uma taxa de 50 por cento ao ano.
A Inglot já líder de mercado em muitos países, como por exemplo, na Malásia, no Azerbaijão e na Irlanda. E está procurando reforçar sua presença nos mercados gigantes da Índia e Brasil. "Nós ainda não estamos na China, mas estamos trabalhando duro para em breve poderá fazer nossa a estreia lá". disse Zbigniew Inglot, irmão do químico-empresário, falecido ontem, aos 57 anos de idade, num hospital na cidade de Przemyśl. Não foram informadas as causas da morte.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Curso de Idioma polaco em Cracóvia


Escola de idioma e cultura polaca da Universidade Iaguielônica, de Cracóvia, oferece cursos não intensivos semestrais cursos para estrangeiros ("Meu Polaco") em 60 horas-aula.
Os semestres começam em outubro (semestre I) e fevereiro (segundo semestre). Oferecem ainda certa flexibilidade nos estudos.
Os alunos têm a opção de participar do curso após o seu início oficial ou para completar o semestre antes de seu encerramento oficial.

 I Semestre 
Teste de avaliação e formação de grupos:
1 de outubro de 2012
 Prova Final: 31 de janeiro de 2013

Semestre II 
Teste de avaliação e formação de grupos:
25 de fevereiro de 2013
Teste final: 21 de junho de 2013 

Aulas: 90 minutos / duas vezes por semana

Descrição do curso: O curso é composto de 60 horas de aprendizado acadêmico do idioma polaco (1 hora aula = 45 minutos acadêmica).
As aulas são de natureza geral. Durante as sessões são apresentadas todas as competências linguísticas aos educandos (falar, ler, ouvir e escrever), além do conhecimento de gramática e vocabulário.
O programa é feito sob medida para os interesses e nível de linguagem dos participantes. A divisão em grupos será feita com base em teste de avaliação no primeiro dia.
Oferece: Professores qualificados graduados da Universidade Iaguielônica, formação de pequenos grupos, Oportunidade de obter quatro pontos de crédito ECTS para participantes do curso que forem aprovados no exame final. Diploma e certificado de conclusão de um curso na Universidade Iaguielônica.
Local: Centro da Cidade de Cracóvia,
ulica (rua) Garbarska, nr. 7
 Preço do curso: 1320 złotych (R$ 820,68 reais)

Formulário 1. semestre

Formulário 2. semestre

 Link para a escola de idioma e cultura

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Bartoszewski faz 91 anos

em breve video


Trechos do meu filme "Auschwitz Birkenau" produzido em 2005, por ocasião das comemorações de 60 anos de liberação do campo. Bartoszewski foi o único católico a discursar entre outros sobreviventes judeus, diante de mais de 40 mandatários mundiais, no monumento às vítimas do holocausto, em Birkenau, com 18 graus negativos de temperatura.

O sobrevivente católico do campo de Auschwitz, Władysław Bartoszewski (pronuncia-se vuádjissuáf bartochévsqui) está comemorando 91 anos de idade hoje.
Bartoszewski que nasceu em Varsóvia, em 19 de fevereiro de 1922, é um historiador e político. Foi membro da resistência polaca durante a Segunda Guerra Mundial, senador e ministro das Relações Exteriores e considerado pelos israelenses "Justo entre as Nações"
Em 19 de setembro de 1940, ele foi preso e enviado para Auschwitz (prisioneiro número 4427) e liberado por intercessão da Cruz Vermelha em 08 de abril de 1941. Libertado em plena andamento da guerra passou a operar na resistência polaca - Armia Krajowa.
Em setembro de 1942, assumiu o comando da Comissão de Assistência aos Judeus - Zegota, que ajudava os insurgentes do gueto de Varsóvia. Em abril de 1943 e depois do Levante de Varsóvia foi para Cracóvia. Depois da guerra, foi membro do PSL (União Popular da Polônia), única organização política de oposição ao Partido Comunista. 
Em 15 de novembro de 1946, ele foi detido pelos comunistas por espionagem e preso numa Prisão do Ministério de Segurança Interna. Tinha sido condenado a oito anos. 
Em 1954 foi solto por causa de sua saúde debilitada. A partir de 1955, dedicou-se ao jornalismo e em 1966 foi nomeado pelo Instituto Yad Vashem "Justo entre as Nações". Em 1969, ele foi eleito para o PEN Clube Polaco, presidindo-o de 1972 e 1983. 
Entre 1973 e 1985, ele ensinou história moderna na Universidade Católica de Lublin. Ele estava na oposição democrática na Polônia, e foi um dos fundadores da Sociedade de Cursos Científicos (TKK), uma universidade clandestina alternativa onde também foi professor. 
Em agosto de 1980, ao demonstrar apoio público para o Sindicato Solidariedade foi preso, durante o governo do general Jaruzelski. 
Com a queda do comunismo e restauração da III República da Polônia foi nomeado embaixador na Áustria (1990-1995), ministro das Relações Exteriores (1995 e 2000-2001), senador de 1997 a 2001, e presidente do Conselho Internacional do Museu de Auschwitz desde 1991.