quarta-feira, 17 de julho de 2013

Radwanska nua é expulsa de grupo católico


A Polônia é um dos países mais devotos ao catolicismo no mundo. Cerca de mais de 95% da população se declara católica romana.
Em um cenário como esses, não cai bem para uma esportista mostrar as curvas mais íntimas do seu corpo. Pelo menos foi o que aconteceu com a tenista Agnieszka Radwanska, que posou nua para revistas Body Issue Wprost e acabou sendo expulsa do Krucjata Mlodych (Cruzada Jovem), grupo religioso do qual a atleta apoiava.
Assim que as imagens de Radwanska vieram a público, uma grande polêmica foi criada na Polônia e a musa passou a ser alvo de insatisfações da parte mais religiosa conservadora do país.
O padre católico chamado Marek Dziewiecki fez comentou e criticou o ensaio: "É uma vergonha que alguém que tenha declarado seu amor por Jesus esteja agora promovendo uma mentalidade masculina, de homem olhando para uma mulher como uma coisa mais do que uma filha de Deus que merece respeito e carinho".


Número 4 do ranking mundial da WTA, a polaca Agnieszka Radwanska saiu inicialmente na tradicional edição 'Body Issue' da revista ESPN. Conhecida no circuito feminino de tênis pela sua fé católica, Radwanska já protagonizou campanhas na TV de seu país a favor da aproximação dos jovens com a religião.
Neste ano, a semifinalista no último Grand Slam de Wimbledon participou de um comercial no qual soletrou a palavra ‘Jesus' com bolas de tênis e pediu aos conterrâneos para não abdicar da crença.
A organização Krucjata Mlodych afirmou em comunicado que o ensaio, embora não tenha conteúdo explícito, tem o aspecto provocativo, o qual evidenciou o "comportamento imoral" da tenista. Radwanska, até o momento, não emitiu resposta sobre o assunto.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Mestres da fotografia polaca

O jornal Gazeta Wyborcza da Polônia promove o "Concurso Mestres da Fotografia" entre os profissionais polacos da imagem. Aqui cinco exemplos da qualidade da fotografia polaca...desde antes da segunda guerra mundial.


Foto de Piotr Dejenka, de Lublin, feita nos arredores da capital do Leste Polaco.

Clássica foto de foto-reportagem - intervenção do serviço de emergência na praça Grunwald, em Szczecin. Provavelmente eles pessoas esperando para o bonde para o upitego desabrigados no esquecimento chamado. Foto de Marek Sakowicz.

O fotógrafo Dominik Żyłkowski fez esta foto no Planty (Parque-Bosque) de Elbląg (cidade do Norte da Polônia). Na foto, aparecem Ada e Łucasz Kotyńscy (parece estar levitando).

O amor. Michał Frąckowiak fez esta foto em junho de 2013 na Ulica (rua) Dużej, em Kielce.

Cidade de Łódź (pronuncia-se uudji). Ulica (rua) Franciszkańska, esquina com Wojska Polskiego. Esta foto foi feita na área do antigo gueto da cidade. Contra o fundo de um prédio em ruínas passam três moradores de rua. A foto é de Mariusz Gaworczyk e foi feita em 2012. "Se as fotos forem tomadas fora do tempo. Podem enganar... pois podem pensar que foi durante a segunda guerra, mas não...foi feita em Łódź no ano de2.012".

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Polônia busca rentabilizar estádios da Eurocopa

Estádio Nacional de Varsóvia
Enquanto no Brasil a população protesta, entre outros motivos, pelos gastos elevados com a organização da próxima Copa do Mundo, a Polônia se esforça para tentar tirar proveito dos quatro estádios construídos para a Eurocopa do ano passado, sem que nenhum deles seja rentável no momento.
O Estádio Nacional de Varsóvia representou um investimento de 1,6 bilhão de złotych (R$ 1,1 bilhão) e foi a sede mais cara da Euro-2012. Atualmente, o local é um bom exemplo de como as autoridades polacas tiveram que usar a criatividade para que as instalações não sejam uma carga após o fim do torneio. A manutenção do estádio tem um custo mensal de R$ 2,2 milhões, disse  a responsável de relações com a imprensa, Joanna Janowicz, que garante que o local vem se esforçando para ser útil, atrativo para a população e, claro, também rentável.

Estádio de Ambar de Gdańsk
Situação parecida vivem os estádios das outras três sedes polacas da Euro: Gdańsk, com um custo de perto de R$ 580 milhões, Wrocław, mais de R$ 550 milhões e Poznań, que gastou R$ 535 apenas para reformar um estádio já existente.
Em janeiro deste ano, Varsóvia transferiu a gestão do Estádio Nacional à sociedade pública PL.2012+, com a finalidade de dar uma visão mais comercial às instalações.

Estádio de Wrocław
O plano de negócio, como acontece nas outras sedes da Eurocopa, se baseia em três pilares: transformar o estádio em sede de eventos esportivos, receber shows e eventos de massas e organizar visitas organizadas e atos sociais alugando camarotes.
O objetivo é que o local seja ao final rentável e cubra custos para 2015, algo em que serão decisivas as conferências e eventos corporativos que forem atraídos a seus mais de 40 mil metros quadrados, ainda de acordo com Joanna.
As visitas organizadas e guiadas são outro dos atrativos do Estádio Nacional. O espaço recebe 4 mil pessoas por dia que pagam ingressos que custam de R$ 3 a R$ 15 euros. As previsões da PL.2012+ indicam que o local fechará o ano com receitas de entre R$ 13 milhões e R$ 14 milhões.
Para 2014, esse número, de acordo com Joanna, deve subir para R$ 24 milhões. Até agora, o mês mais rentável foi maio, graças, principalmente, a grandes eventos, como shows de Beyoncé e Paul McCartney, que em sua primeira apresentação na Polônia reuniu cerca de 30 mil espectadores.

Estádio de Poznań
A mesma situação vivem as outras três sedes. Os estádios de Gdańsk e Wrocław se viram como pode: o primeiro deles receberá um amistoso entre Barcelona e um time local no próximo dia 20, e o segundo passou a organizar visitas guiadas na última segunda-feira.
Todos estes estádios, inaugurados com atraso em relação à data prevista, são também exemplo da precipitação com que são finalizadas muitas das infraestruturas para a Eurocopa, pressa que em alguns casos provocou problemas posteriores, como os buracos surgidos no Estádio Municipal de Poznań após o torneio.
Também são vistos buracos em uma estrada aberta ao público um dia antes da abertura da Eurocopa, em Varsóvia. A via foi inaugurada sem estar pronta e até hoje não foi concluída.

Dreamliner causa problemas para a LOT

Os aviões que a LOT deseja colocar nos voos para o Brasil, o Dreamliner da Boeing, tem causado problemas para a empresa aérea polaca.  O último foram os cancelamentos de dois voos de Varsóvia para Chicago.


VARSÓVIA, 4 Jul (Reuters) - A empresa aérea da Polônia LOT teve que cancelar ou adiar dois voos com aviões Dreamliner da Boeing devido a problemas técnicos, disse uma porta-voz da empresa nesta quinta-feira. Um voo de Varsóvia para Chicago previsto para a quarta-feira foi cancelado devido a "problemas de fornecimento de energia", disse a porta-voz Barbara Pijanowska-Kuras, sem dar mais detalhes.
A LOT, que é controlada pelo Estado, tem quatro voos diários com o Dreamliner, e no ano passado se tornou a primeira empresa aérea europeia a adicionar o avião para sua frota.
O Dreamliner tem sido marcado por problemas desde seu lançamento. A porta-voz da LOT não disse que o problema técnico estava relacionado ao superaquecimento das baterias que levaram a uma suspensão das operações da aeronave por três meses em todo o mundo.
Após a Boeing ter redesenhado o sistema de bateria, reguladores liberaram o avião para voar novamente. A LOT informou também que outro voo com um Dreamliner na quarta-feira, de Varsóvia para Toronto, foi adiado para esta quinta-feira.

Texto: Adrian Krajewski

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mundial de Vôlei de Praia na Polônia

Ônibus estampa os rostos da italiana Marta Menegatti, do curitibano Emanuel Rego (à. dir.) e do polaco Mariusz Prudel (à esq.) - Foto: Helena Rebello
A um dia do início do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, em Stare Jabłonki, na Polônia, a organização do evento ainda corre contra o tempo para acertar os últimos detalhes da estrutura de alimentação e entretenimento que atenderá aos torcedores nos próximos dias.
As sete quadras que receberão jogos e treinos já estão prontas e à disposição dos atletas, com um detalhe curioso em sua ornamentação.
A atleta em maior destaque em quase todas as peças publicitárias é a bela italiana Marta Menegatti, apenas 18ª no ranking mundial ao lado da parceira Greta Cicolari.


A localidade de Stare Jabłonki [pronuncia-se stare jabuonki] é uma vila no distrito administrativo de Ostróda, na Voivodia (estado) da Vármia-Masuria, no norte da Polônia. Está a cerca de 8 km à leste de Ostroda e 29 km à Oeste da Olsztyn. A vila tem uma população de 700 habitantes.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Teresa Urban nie żyje

Entrevista publicada pelo jornal Gazeta do Povo, Curitiba, de 17/07/2011
Foto: Alexandre Mazzo
Em 1974, ao sair da prisão, ela recebeu do pai um relógio: sua hora tinha chegado. Seria difícil – não tinha bons antecedentes. Mas havia uma causa à vista.
“Por que a Virgem de Czesto­cho­wa é negra?”, pergunta a polaquíssima Teresa Urban, 60 e poucos anos, antes de se render ao extenso questionário desta entrevista. Dis­trair-se é preciso.
Conver­sas com a imprensa são para ela sinônimos de uma longa jornada noite adentro. Sabe que vai ter de passar pelo sótão do recém-demolido casarão dos Urban – na Bri­gadeiro Franco –; pelos porões da di­­ta­dura militar; por florestas e nascentes em perigo e, sem saída, pela defesa aguerrida do Código Flo­restal. É lenha. Dá mesmo vontade de limitar ao trivial – a nova casa onde mora no Jardim das Amé­ricas, eslavamente pintada de co­­res fortes.
A saúde das cachorras Pequena, Me­­ni­ni­nha e Didica. Mas não há meio. Quan­do Teresa acende a terceira cigarrilha Talvis – são cerca de 20 por dia – chega a hora de remoer um capítulo recente da história brasileira. Nele, a filha de Janina e de Esta­­nis­lau, o dono da Móveis Urban, passou de Teresa a Batista – seu nome de alcova na Or­­ganização Revolucionária Marxista Política Operária, a Polop, a mesma a que foi vinculada a presidente Dilma Rousseff.
A adesão à esquerda lhe rendeu três prisões e a perda do rumo. Ao se encontrar, a militante comunista da mocidade se transformou numa senhora das causas do meio ambiente, com passagens por Veja e Estadão. O sonho não aca­bou. Mas saiu abalado. Ela fuma e tenta explicar por quê.

Teresa Urban foi torturada?
Sim. No quartel da Praça Rui Bar­bosa – que não existe mais – quan­do fui interrogada pelo delegado [Sérgio Fernando Paranhos] Fleury. A tortura tem um impacto que não é físico: é a impotência absoluta, a prepotência absoluta. E isso fica.

Por que Teresa?
Nunca perguntei. Deve ser por causa da santa. Em casa, minha mãe me chamava de Teresinha ou Dinca, meu apelido polaco. Só quando me matriculei no Divina Providência descobri que meu nome era Teresa.

E seu nome de guerra?
Batista, um nome que não dava para identificar se era de homem ou de mulher. Provavelmente me chamaram assim por causa da Teresa Batista, do Jorge Amado.

Você se parece com quem?
Minha mãe era filha de polacos, uma mulher muito independente. Meu pai era polaco, mas nunca quis voltar para a Polônia. Minha mãe ia pra Polônia todo ano. Era anticomunista ferrenha. Eu me identificava muito com o meu pai. Ele era um cidadão do mundo. Ele lia jornal. Era mais tolerante.
Quando tudo começou?
Ah, sei lá... Eu gostava muito de ler, tinha paixão por jornal e era meio rebelde, desde pequena. Estudava em colégio de freiras. No São José, tive problemas: eu perguntava muito. Quando estava terminando o Normal, lembro bem, havia uns cartazes espalhados pela escola com umas imagens do pobre do Cristo com uma coroa feita de foice, martelo, foice, martelo... Uma neurose. A gente rezava todo dia para o comunismo não vir para o Brasil. Foi muito rápida sua passagem de Teresinha a Teresa... Nada do que a minha mãe queria que eu fosse eu era – nem arrumadinha, nem bonitinha. Queria usar calça comprida. Era moleque. Lembro de coisas engraçadas. No período em que ia ter o baile das debutantes do Clube Juventus, o representante do evento veio me convidar. Mas eu estava lendo Dostoievski. Olhei pro cara e disse: “Não sou disso.” Uma vez apareci numa foto de primeira página de um diário, no alto da escadaria da Praça Santos Andrade. Minha mãe quase teve um chilique.

Quantas vezes você foi presa?
A primeira vez em 3 de outubro de 1966, dia da eleição para o colégio eleitoral do Costa da Silva. Acha­ram que haveria uma manifestação de estudantes. Os policiais cercaram todo o quarteirão da minha casa [na frente da Praça 29 de Março] e levaram minha mãe achando que era eu. Sempre disse que foi um elogio, mas ela não aceitava. Corri atrás e mostrei o engano. Foi um caos, porque eu era menor de idade. Durou só um dia, mas rendeu uma longa crise familiar. Me prenderam de novo em junho de 1970. Fiquei um mês. Um mês bem pesado. Meu marido tentou suicídio na cadeia, ficou muito mal, nunca se recuperou. Eles conseguiram destruí-lo integralmente. Fui para o Chile. Na volta, prisão em Piraquara. Durou um mês. Fiz greve de fome, fiquei inconsciente e me levaram para o convento das Mercês. Quando acordei, me vi num quarto bem branco, com uma freira toda de branco ao meu lado. Pensei: eu morri, vim pro céu [risos]. Fiquei ali quase dois anos.

Lembra o que aconteceu no dia em que saiu da prisão?
Sim. Meu pai foi me buscar. No caminho, ele parou numa relojoa­ria e me comprou um relógio. Foi o jeito de me dizer que estava na hora de eu mudar de vida. Ele se chamava Estanislau, claro. E era uma figura muito bonitinha.

O que mais queria naquele dia?
Ficar com minhas crianças. Fui presa [no período mais longo] quando meu filho tinha 3 meses. Minha outra filha era pequena. Era atordoante, porque no fundo todas as restrições continuavam. O Comando de Caça aos Comu­nistas, o CCC, mandava cartas a todo momento, ameaçando.

As presas políticas brasileiras resistem em falar da tortura...
O Brasil não falou de tortura ainda. A tortura ficou por baixo do pano, mal colocada, mal conhecida. A consequência é que continua existindo em qualquer delegacia. Isso me incomoda profundamente. Nós deixamos passar 40 anos. Não tem comissão da verdade que vá resolver isso agora.

Você endureceu...
A repressão foi fulminante. Quan­do saí da cadeia não havia mais nada: as organizações de esquerda tinham acabado, meus companheiros estavam na cadeia, mortos, desaparecidos ou no exílio. Fui trabalhar com os bóias frias. Eu olhava com desconfiança a estruturação partidária, mesmo a do PT. Resolvi não me envolver mais. Continuo sendo um ser político que ainda não achou seu lugar. Eu não achei meu lugar.

Ter a ex-guerrilheira Dilma Rous­seff no poder significa algo para Teresa?
Honestamente, não. Não gosto da política que o PT faz. O Lula perdeu uma grande oportunidade. Acho muito triste que essa ascensão de segmentos que estavam na linha de miséria tenha se dado via mercado e não via cidadania. Não sinto que sociedade brasileira abraçou esses novos brasileiros. Eles são números: passaram a comprar nas Casas Bahia. Mas desejo boa sorte para a Dilma.

Quando você despertou para o jornalismo de meio ambiente?
Quando saí da cadeia, as pessoas atravessavam a rua para não me encontrar. Não conseguia emprego como jornalista. Nem registro profissional, pois não tinha atestado de bons antecedentes. Tive que recorrer à Justiça. Mas riscavam o “bons” e deixavam só “antecedentes”. Entendi que precisava procurar algo que me aproximasse das pessoas. Queria uma causa comum. E imaginei que ter água de boa qualidade para beber e ar para respirar era algo que todos poderiam compartilhar.

O “mundo melhor” chegou?
Acho que o mundo ficou pior, do ponto de vista de que hoje não temos uma contradição explícita entre duas opções da sociedade. Ao mesmo tempo, temos avanços nos cuidados com a saúde, redução da mortalidade infantil, chance maior de ir à escola. Mas o mundo ficou mais sem graça, mais pasteurizado. Além disso, é muito mais difícil ser jovem.

Apesar dos ecoberrantes?
Os meninos estão muito pressionados por uma sociedade que parece mais tolerante, mas que cobra o sucesso, resultados, dar certo. Querem mais coisas, mas querem menos do mundo. No Ecoberrantes [grupo de estudantes que começaram a se mobilizar para defender o Código Florestal] eu tenho convivido bastante com os jovens. Minha experiência de vida e a vontade que eles têm de compreender o que acontece na sociedade deu um resultado bacana, afetivo, caloroso. Mas no conjunto, acho que venceu a padronização.

Acredita que o substitutivo ao Código Florestal será aprovado pelo Senado?
Por trás desse debate está a disponibilidade de terras no Brasil para investidores estrangeiros. E a colocação do agronegócio brasileiro no mercado internacional. A curto prazo, o que interessa é ter terras para negociar, sem restrições para usá-las. A desregulamentação representa o Estado mínimo, a ausência de regras para o setor econômico. O código é uma peça notável do ponto de vista das ciências da natureza e, ao mesmo tempo, um manual de boas práticas na agricultura. O que vai acontecer, não sei.

O ponto em que estamos...
Há uma disposição em ouvir sobre a escassez de recursos naturais, mas não há uma disposição em agir. As pessoas ainda delegam para os outros o dever de proteger. Tenho medo do caminho que a gente está começando a trilhar – o do pagamento pelos serviços am­­bientais. O di­reito ao ar menos poluído, aliás, já é de quem pode comprar uma casa no meio de um bosque no Eco­ville.

Você é fumante. Rola uma patrulha em cima da ambientalista...
Eu respeito a regra do jogo, mas me chateia não poder fumar em vários ambientes, ter de ficar na rua, meio pária. Me incomoda essa cruzada santa. Não tenho um olhar de “vida imortal”, como as pessoas hoje querem ter. Fiquei 15 anos sem fumar. Recomecei quando fui para Cuba, porque era irresistível... Adoro cigarrilhas.

Final de temporada do Polaco de Araucária.


Gláucio Karas continua mais uma semana com seu sucesso do seu personagem Isidório Duppa. É final de Temporada!!!
Neste sábado e domingo acontecem as últimas apresentações da peça SEMO POLACO NON SEMO TANSO!
E na sexta-feira o stand-up genuíno do PÃO COM BANHA E POLACO, faz sua penúltima apresentação, pois a temporada se estende por mais uma semana.... vai até dia 05 de julho.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Pedido de casamento acontece em show do Bon Jovi, em Gdańsk


Durante apresentação do Bon Jovi na cidade de Gdańsk, Polônia, um fã pediu sua namorada em casamento, com o apoio da banda.
O vídeo abaixo mostra que o show foi interrompido para dar espaço ao acontecimento.
O fã chamou a atenção ao segurar um cartaz dizendo que, se a banda tocasse a música "Never Say Goodbye", ele pediria sua namorada em casamento.
A canção foi tocada em formato acústico e o pedido foi realizado na plateia, sendo filmado e transmitido pelos telões da arena.
Assista ao vídeo:

sexta-feira, 14 de junho de 2013

LOT direto da Polônia para o Brasil

A companhia aérea polaca LOT pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) do Brasil autorização para operar voos entre a Polônia e Brasil.
Além das linhas para a empresa polaca , uma autorização semelhante estão tentando Arik Air (Nigéria) e Asiana (Coréia do Sul).
Ainda não está claro para que as cidades brasileiras vão voar as aeronaves LOT, no entanto, os voos desde a Polônia serão operados desde o Aeroporto Chopin de Varsóvia.
Para distâncias maiores Airlines usa atualmente três Boeing 767 e três Boeing 787 Dreamliner.
A empresa apresentou recentemente um pedido de mais cinco Boeing 787 para ser usado nas rotas entre a Polônia e Brasil, enquanto que os modelos mais antigos serão retirados.

P.S. O nosso Consulado poderia aproveitar e fazer instâncias para um vôo direto também para Curitiba (segunda maior cidade polaca das Américas)... afinal a capital paranaense é cidade-gêmea de honra de Cracóvia, da mesma forma que existe voo direto para Chicago (primeira cidade polaca no mundo fora da Polônia) e outro  para Tel Aviv (Israel).