domingo, 4 de maio de 2008

Simplesmente, o campeão

Na soma das duas partidas vencemos por 3 a 2 e por isso com toda a justiça, o VERDE e BRANCO é 33 vezes CAMPEÃO do Estado do Paraná. E isso dá uma alegria imensa para um coração coxa-branca mesmo estando a 11.500 km de distância de Curitiba, em Cracóvia, na Polônia.
Não adiantou nada o abobado presidente atleticano
impedir que o troféu oficial fosse entregue ao Coritiba em seu meio-estádio, pois os jogadores campeões deram a volta olímpica usando um troféu simbólico. Devido a proibição da entrada dos representantes da Federação Paranaense de Futebol (FPF) com o troféu, este foi entregue no verdadeiro estádio monumental do Paraná, o Couto Pereira onde a torcida coxa-branca esperava pelos heróis da conquista na casa do arquirrival impedernido. Lametável que ainda exista presidente torcedor de araque como este M...P etralha.

No ALTO de todas as GLÓRIAS está brilhando o coxa-branca..... coxa coxa coxa coxa coxa coxaaaaaaaaaaaaaa.........

HINO OFICIAL

Lá no alto de tantas glórias
Brilhou, Brilhou um novo sol
Clareando com seus raios verde e branco
Encantando o país do futebol
Palco de artistas, jogadores, de um passado sem igual
Da arte dos teus grandes valores
O seu nome pelo mundo vai brilhar
Coritiba, Coritiba campeão do Paraná
Tua camisa alviverde
Com orgulho para sempre hei de amar
Jogando pelos campos brasileiros
Despertando na torcida emoção
Coritiba Campeão do Povo
Alegria do meu coração
Coxa, Coxa, é garra, é força, é tradição
Coxa, Coxa, explode coração.

Letra e música: Cláudio Ribeiro / Homero Réboli


3 comentários:

Anônimo disse...

Ó Glorioso, como é bom te ver campeão de novo!!!

Anônimo disse...

e e COXAAAAA!!
ETA NÓS!!!

Anônimo disse...

Algumas informações para quem não sabe:

O drama de Breyer, o zagueiro alemão que deu origem ao apelido do Coritiba e que teve sua carreira abreviada pelo preconceito. O apelido nasceu em 1941. Foi na decisão do campeonato paranaense daquele ano, na primeira vez que a dupla Atletiba disputou uma final.

O Mundo vivia Segunda Grande Guerra Mundial e o cartola Jofre Cabral e Silva decidiu agitar o clássico, com uma provocação: “Quem for brasileiro deve torcer pelo Atlético. O Coritiba tem até um alemão no elenco, o Breyer, aquele COXA BRANCA” – teria vociferado o dirigente atleticano. Hans Hergon Breyer, teve sua carreira abreviada no futebol por causa por causa do rótulo que lhe impuseram. Torcedores do Atlético o chamavam de quinta coluna e coxa-branca. Aquilo foi aborrecendo Breyer que terminou decidindo encerrar sua carreira aos 24 anos de idade. O zagueiro alemão se despediu da bola no dia 12 de dezembro de 1943, ironicamente num clássico contra o Atlético.

Breyer, radicado em Curitiba, deixou de ir aos estádios assistir os jogos do Coritiba. O trauma somente acabou em 1969 com a torcida alvi-verde comemorando o titulo aos gritos de “Coxa, Coxa, Coxa....”. O retorno de Breyer aos jogos parece ter dado sorte ao clube que, a partir daquele ano ganharia seis títulos consecutivos. E o alemão dizia feliz – “Quando vi a torcida gritar coxa tirei um peso das minhas costas e fiquei muito orgulhoso”. Em 1939, era velocista, especialista nos 200 metros rasos. Sem um ponta direita, o Coritiba convidou Breyer para ocupar a posição. Usando sua velocidade, ele deu conta do recado, mas, com 1,86 m, logo foi deslocado para a zaga. Aquele alemão que nasceu em Düsseldorf e chegou ao Brasil com seis anos de idade fugindo da Primeira Guerra Mundial, se tornou ídolo da torcida do Coritiba. Entre 1939 e 1943, Breyer foi apontado como o melhor zagueiro do Paraná. É por sua causa que hoje há uma legião de Coxas-brancas.
Revista Placar/99