quinta-feira, 22 de março de 2012

Secretário argentino ofende polacos

 Secretário de Comercio Guillermo Moreno 
Empresários do setor ervateiro da província de Misiones, na Argentina, foram pedir ao Secretário de Comércio para autorizar aumento no preço da erva-mate, já que a situação dos produtores daquela região no nordeste do país é crítica. Mas o funcionário negou o pedido com insultos e gritos.
Por sua vez, o Ministro da Agricultura, Norbert Yauhar começou a reunião criticando os bloqueios de estradas anunciadas em Misiones. “Ya lo hablamos mil veces, el precio no se toca; creí que les había quedado claro” ("Nós conversamos sobre isso mil vezes, o preço não é tocado, eu pensei que tinha ficado claro"). Com estas declarações a reunião entre produtores e as autoridades argentinas, realizada na semana passada com o secretário de Comércio Guillermo Moreno começou bastante acalorada.
Os comerciantes tentaram convencer o secretário a autorizar um aumento no preço de varejo devido às constantes pressões que sofrem por produtores de Misiones. Moreno recusou e começou uma série de xingamentos muito fortes. Isto depois que um proprietário de uma empresa conhecida tentou explicar a situação crítica do mercado pelo congelamento de preços.
“Estoy cansado de los polacos pelotudos del interior que vienen a Buenos Aires a hacer reclamos. El precio lo defino yo y al que no le gusta que se ponga en cuatro” ("Eu estou cansado dos polacos idiotas do interior que vem a Buenos Aires fazer reivindicações. O preço quem define sou eu e se alguém não gosta que se coloque de quatro ", foi a resposta conclusiva do Secretário de Comércio.
Em seguida, o ervateiro disse a Moreno, que há apoio explícito do governador de Misiones, Maurice Closs, para autorizar o aumento, de modo a garantir um aumento no preço do produtor de folha verde.
Ao que o secretário Moreno retrucou “Decile al gordo puto ese que el que define esto soy yo y nadie más” ("Diga a este gordo puto que quem define isso do que eu e mais ninguém").

Fonte: lapoliticaonline.com.
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