
Państwowa Wyższa Szkoła Filmowa, Telewizyjna i Teatralna im. Leona Schillera
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O polaco de Wisła (pequena cidade nas montanhas) do Sul da Polônia, nasceu em 03 de dezembro ( a mesma data do meu aniversário). Foi lá mesmo que começou a saltar aos seis anos de idade. Não parou mais, pois foi 17 vezes campeão da Polônia. Małysz por seus feitos extraordinários na história do país e deste esporte, foi eleito três vezes o "Melhor Esportista do Ano", na Polônia e recebeu do governo a condecoração de Cavaleiro da Cruz Komandorski da ordem "Orderu Odrodzenia Polski".
Kaczmarek, que já foi promotor regional em Gdańsk (pronuncia-se gdanhsk) e promotor da República, tem alguns livros editados. Na década de 80, ainda durante o comunismo, fez parte da Związku Socjalistycznej Młodzieży Polskiej, ou "Liga dos Jovens Socialistas Polacos" (era portanto de esquerda naquela época), mas fazia parte agora do governo de extrema direita do Presidente Lech Kaczyński. Kaczmarek foi preso às 7 horas da manhã, na casa do diretor de cinema Sylwester Latkowski.
Foto: divulgação de telenovela
Há muitos anos as televisões da Europa promovem uma competição para escolher o (a) melhor intérprete de música do velho continente. Este ano, após o sucesso do programa "Dança Comigo" que tomou conta das televisões dos países europeus (na primeira edição do programa na Espanha, venceu a brasileira Milene - jogadora de futebol e ex-esposa de Ronaldo, O Fenômeno) será realizado o Festival Eurovisão de Dança.
Com transmissão para toda a Europa, neste sábado, 1° de setembro, desde Londres, 19 horas (GMT), 16 pares de estrelas representando as televisões de seus respectivos países dançarão ritmos de todo o mundo. Artistas conhecidos (mas não dançarinos) de Áustria (TV ORF), Dinamarca (TV DR), Finlândia (TV YLE), Alemanha (TV ARD/WDR), Grécia (TV ERT), Irlanda (TV RTE), Lituânia (TV LRT), Holanda (TV NPO/TROS), Polônia (TV TVP), Portugal (TV RTP), Rússia (TV RTR), Espanha (TV TVE), Súecia (TV TV4), Suíça (TV SRG-SSR), Ucrânia (TV NTU), Grã-Bretanha (TV BBC) tentarão o título de melhor dançarino da Europa.
A representante da Polônia, é a atriz Kasia Cichopek (pronuncia-se cáchia Tssirrópék), ganhadora da versão polaca do "Dança Comigo". Famosa por sua atuação em novelas e filmes, ela arrasou na final do ano passado, dançando vários ritmos de forma extraordinária. Neste sábado, em Londres, Kasia (diminutivo de Katarzyna) vai estar acompanhada do bailarino Marcin Hakiel. Aqui neste vídeo, ela faz o público masculino suspirar e causa inveja nas belas polacas. O vídeo é em uma das eliminatórias de "Tańca z gwiazdami".
Ah! estes olhos verdes
Foto: de um apaixonado
Quando o Papa João Paulo II morreu fui contratado pela TV Bandeirantes e jornal O Estado de São Paulo, para direto de Cracóvia contar como os polacos reagiam a morte de Karol Wojtyła (pronuncia-se cárou voitiúa). Esta foi uma das reportagens que mais repercussão teve no Brasil, naqueles dias de tristeza e comoção. O Mosteiro de Kamedłów (pronuncia-se cameduúf), localizado a 8 km do centro de Cracóvia, no Parque Wolski, é um dos dois únicos no mundo, onde os monges vivem em total clausura.
Lucius Flavius foi companheiro de palco na peça "O Eucalipto e os Porcos" de Hugo Mengarelli e colega de redação na antiga TV Machete, em Curitiba. Na seqüencia, ele foi para São Paulo, trabalhar na TV Globo e se tornou o repórter Lucius de Mello. Algum tempo atrás se transformou num escritor de talento. Este é seu terceiro livro, o primeiro foi "Um violino para os gatos", seguido de "Eny e o Grande Bordel Brasileiro" .
Adriana e André são dois brasileiros que chegaram em Varsóvia há algum tempo. Adriana mais precisamente há nove anos. Ela como sambista e ele no pandeiro montaram o grupo Axé-Brasil e com mais 3 brasileiras e algumas loiras polacas, fazem a festa por aqui. Presença obrigatória nos programas de TV quando o tema é cultura brasileira, os dois têm se apresentado em várias cidades da Polônia.
Emerson Fittipaldi é "polskiego pochodzenie" de primeira geração. Isto porque sua mãe Juzy era polaca. Em quase todas as notas sobre o falecimento da mãe do ex-piloto Emerson Fittipaldi, apenas consta o nome de Juze (às vezes Jusy, outras Jusi). Mas nunca o sobrenome de solteira, Wojciechowska. Num dos trechos da biografia, escrito pelo jornalista Lemyr Martins, Emerson conta das origens da família pelo lado materno:"Uma de minhas maiores diversões na primeira infância era ouvir as histórias que minha avó materna, Maria, contava sobre sua vida. Ela e meu avô Jaon, que aqui virou João, eram poloneses e se conheceram numa frente de batalha durante a Primeira Guerra Mundial. Meu avô, estudante de medicina, havia sido convocado para trabalhar como médico e minha avó servia como enfermeira voluntária. Com o fim da guerra, eles se casaram e foram viver na cidade de Puliny, na Ucrânia, então parte da Rússia, onde meu avô passou a integrar o batalhão da Czarina. E foi lá que nasceu minha mãe, Juze, em 1921. Era a filha mais velha dos quatro que eles teriam. Depois da Revolução Comunista e com a subida de Stalin ao poder, em 1924, os oficiais que serviam ao Czar começaram a ser capturados e degolados, e meus avós foram obrigados a fugir para a Polônia. Meu avô arrumou uma carroça e um cavalo, deixou crescer a barba, vestiu as roupas pelo avesso a fim de parecer um pobretão e saiu da Ucrânia em direção à Polônia com minha avó e as quatro crianças. Muitas vezes não tinham o que comer, então arrancavam o capim da estrada e faziam sopa de capim para não morrer de fome. Apesar das dificuldades, conseguiram voltar à Polônia, onde meu bisavô possuía algumas terras, mas acabaram não ficando lá por muito tempo. Resolveram emigrar para a América, fizeram novamente as malas e partiram em direção ao porto de Hamburgo, na Alemanha, onde encontraram duas filas de emigração: uma para o Canadá, outra para o Brasil.... Vieram e desembarcaram no porto de Santos no ano de 1928, com as malas recheadas de rublos. O problema é que aqui a moeda russa não valia absolutamente nada e eles tiveram de recomeçar a vida com uma mão na frente e outra atrás. De Santos partiram para São Paulo, onde meu avô começou a trabalhar com madeira e minha avó, em uma confecção. Eram essas aventuras que minha avó vivia contando e tanto me fascinavam quando eu era pequeno. Ela morreu aos 98 anos e, mesmo quando já estava bem velhinha. Foi por intermédio dela que entrei em contato com Deus pela primeira vez, num centro espírita em São Paulo, onde ela me levou quando eu tinha uns dez anos. Minha mãe chegou a São Paulo com oito anos de idade e aos 18 conheceu meu pai no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo, onde os dois faziam o ginásio. Finalmente ficaram noivos e se casaram, em 1943. Meu pai também é filho de imigrantes, mas italianos. Meu avô, Paschoal Fittipaldi, veio da Itália para o Brasil ainda bebê, em 1885."
Foto de .... Os pais de Emerson, a polaca Juzy e o descendente de italianos, Wilson.O nome do avô João, de Emerson, era JAN e não Jaon, pois assim que se escreve em polaco, o nome João. Nesta frase “Apesar das dificuldades, conseguiram voltar à Polônia, onde meu bisavô possuía algumas terras”, Emerson, talvez sem perceber, admite que o avô era polaco e que voltou a Polônia, onde tinha uma pequena fazenda e sua mãe, portanto, apesar da cidadania russa (pois em 1921, PULIN, fazia parte da Rússia), era polaca de origem. Assim, os jornalistas polacos não estão totalmente errados quando afirmam que Kubica (pronuncia-se cubitssa), não é o primeiro piloto polaco na Fórmula 1. E Emerson Fittipaldi apesar do sobrenome italiano, da cidadania e do fato de ter nascido no Brasil, portanto brasileiro... Também é polaco!!!!

A "Gazeta Wyborcza" afirma que ele foi colaboracionista dos invasores alemães nazistas de Hitler, tendo delatado muitos judeus nesse período. Sua convivência com Stroessner o tornou multimilionário. Os investimentos de Kobilanski na rádio Maryja, segundo a mesma "Gazeta Wyborcza" seria lavagem de dinheiro.
Placas nas estradas polacas informando a sintonia da emissora do Padre Rydzyk
Foto: Urząd Miasto
Foi desta estação que os emigrantes polacos e rutenos embarcaram com destino aos navios que os levaram ao Brasil.Para que não reste dúvida da descendência polaca e não de austríaco, ou ucraniano, basta saber que até 1838, a Igreja da Ressurreição de Złoczów foi católica apostólica romana, quando foi tomada pelos ortodoxos gregos. Esta igreja foi mandada construir, em 1604, por Marek Sobieski, na época governador da região de Lublin e avô do Rei Jan Sobieski III da Polônia. Foram os invasores austriacos que tiraram dos católicos a igreja para dar aos ortodoxos, os quais mudaram o nome para igreja de São Nicolau. Provavelmente esta igreja é a edificação mais antiga de Złoczów ainda de pé.
Atualmente o idioma oficial da cidade é ucraniano e com alfabeto cirílico, mas nos arquivos da igreja (que provavelmente se encontram na arquidiocese de Lviv), porque lá agora a igreja é ortodoxa, estão os documentos de familiares de brasileiros descendentes de polacos. Se não estiverem... Então devem estar no Arquivo Nacional da Polônia, em Varsóvia.
A cidade fica de carro umas 3 horas de Cracóvia, pois é só passar a fronteira em Przemyśl e mais uma meia hora se está lá. Brasileiro precisa ter uma carta-convite de alguém de lá para poder fazer o visto e entrar na Ucrânia.
