
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Stajnia no Kazimierz

quinta-feira, 27 de maio de 2010
90 anos de relações diplomáticas Brasil Polônia

Por sua vez, o presidente Lewandowski, lembrou de sua formatura de cadete na cavalaria do Exército Brasileiro, quando jovem brasileiro-nato, descendente de polacos, escolheu para seu paraninfo um herói da Polônia, na resistência aos alemães nazistas à sua Pátria e integrante das tropas aliadas no ataque libertador na Normandia (França), o general Zygmunt Szyszko-Bohusz.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Ritmo das obras impressiona UEFA

terça-feira, 25 de maio de 2010
Catástrofe é pouco para os polacos
Em Świniary, na Mazóvia, as águas do rio romperam o dique de proteção contra enchentes.
A luta contra as águas mobiliza toda a cidade de Płock. A foto acima, de Świniary, localidade que fica a 20 km de Płock, o Rio Vístula inundou a imensa planície. Cerca de 95% do território polaco é composto de planícies.
Apenas o Sul, nas fronteira com a Eslováquia e a República Tcheca tem o terreno ondulado com pequenas colinas e a cadeia de montanhas Beskidy e Tatras. Esta situação geológica faz com que os grandes rios, como é o caso do Vístula, que cortam o país de Sul a Norte, em seu caminho vão alagando tudo o que encontram pela frente. Na derrubada do dique acima uma área que compreende mais de 20 cidades ficou completamente debaixo da água. E a tendência, nas próximas horas, é de que esta onda gigante de águas pluviais atinja o mar Báltico, no Norte e as terras mais baixas da Pomerânia polaca fiquem totalmente inundadas.
O voivoda (governador) da Mazóvia, Jacek Kozłowski, já não tem mais pessoal nem recursos para atender a toda a população da voivodia e apela ao governo do país. Que já está ali, ajudando, bem como bombeiros, equipes de resgate e salvamento das três repúblicas do Báltico, Lituânia, Letônia e Estônia, que trabalham na Polônia. Parece que todo este exército de salvadores é insuficiente para ajudar os polacos. Pois o dilúvio não cessa e nem dá trégua.
A Polônia é talvez, dos países do mundo, o que mais enfrenta catástrofes. Não bastasse os quase 500 anos de invasões e conflitos; de ser devastada na II Guerra Mundial como nenhum país envolvido no conflito; os 40 anos de pressão soviética; as enchentes volta e meia estão testando a paciência, a coragem e a religiosidade deste povo de mais de mil anos.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
A água atormenta a Polônia


Wisła - Ustroń- Obłaziec 1.73 m
Wisła - Nowy Bieruń - 4.03 m
Wisła - Kraków-Bielany - 4.46 m
Wisła - Szczucin - 7.07m
Wisła - Sandomierz - 6.82 m
Wisła - Zawichost - 6.80 m
Wisła - Varsóvia - Nadwilanówka - 9.15 m
Wisła - Toruń - 7.85 m
Wisła - Chełmno - 8.00 m
Wisła - Gdańsk Przegalina - 7.36 m
Skawa - Wadowice - 2.36 m
Raba - Proszówki - 3.80 m
Dunajec - Nowy Targ-Kowaniec - 2.44 m
Dunajec - Żabno - 3.39 m
San - Przemyśl - 2.68 m
San - Nisko - 4.43 m
Wieprz - Krasnystaw - 4.34 m
Narew - Zambski Kościelne - 3.74 m
Bug - Strzyżów - 6.68 m
domingo, 23 de maio de 2010
Bronislauzinho para defender

A revista Polityka desta semana traz na capa o candidato que está na frente nas pesquisas de intenção de votos na Polônia, o presidente da república em exercício,
Bronislaw Komorowski Pronuncia-se Broníssuaf). Deputado do PO - Partido da Plataforma Cívica e presidente da câmara dos deputados (Sejm) e até a morte de Lech Kaczynski (pronuncia-se lérrrrhh catchinski), Bronku (diminutívo de Bronislaw e algo como bronislauzinho), no trocadinho da revista diz que Bronku, do Broni, significa Bronislauzinho para a defesa.
sábado, 22 de maio de 2010
A fábrica de Schindler em Cracóvia


Schindler foi muito provavelmente colaborador da Abwehry, o que lhe deu liberdade para atuar, pois era também membro do NSDAP - Partido Nazista. Em sua Deutsche Emalien Fabrik, comumente chamado de Esmaltadeira, os judeus foram seus empregados, salvando estes da expulsão e da deportação para campos de concentração. Ali fabricou panelas e utensilhos de metal esmaltado.

Depois de ter sido criado o gueto judaico, o número de empregados de Schindler aumentou de 190 para 900 pessoas entre em 1941 e 1943. Após a liquidação do gueto (março 1943), Schindler através de seus contatos conseguiu autorização para criar uma unidade fabril no sub-campo de trabalhos do bairro de Płaszów, ainda em Cracóvia. Seus trabalhadores viviam em barracas construídas próximas à fábrica. Ali as condições de saneamento e as rações de alimentos eram muito melhores do que no campo destinado aos demais prisioneiros dos nazistas alemães.
Confrontados com possibilidade de derrota na guerra, os alemães começaram a se preparar para evacuar o campo de trabalhos forçados. A Esmaltadeira no sub-campo foi liquidada. Então, Schindler decidiu comprar um prédio em Brünnlitz (então na Tchecoeslováquia), lá começar a produzir munição. Para tanto precisava de seus judeus cracovianos. Conseguiu autorização para transportá-los em dois trens, um de homens e outro de mulheres. A operação era delicada e uma contra-ordem levou as mulheres para o campo de extermínio e concentração alemão nazista de Auschwitz-Birkenau. Schindler foi atrás de suas empregadas e conseguiu no último instante, já no pátio de desembarque de Birkenau, salvar as mulheres judias e o trem finalmente seguiu viagem para a Tchecoslováquia. Assim procedendo, Schindler conseguiu salvar mais de 1.100 pessoas da morte.
Em 1993, no contexto desses eventos, foi produzido pelo famoso cineasta Norte-americano, de origem judia, Steven Spielberg, o filme "A Lista de Schindler". Praticamente todas as "locações" do filme foram gravadas nos cenários autênticos da história, na cidade de Cracóvia.
Schindler até o fim de sua vida esteve em contato com os judeus que salvou, e por seus atos, embora colaboracionista dos nazistas, e por isto e muito mais o Instituto Yad Vashem outorgou-lhe a medalha dos "Justos entre as Nações". De acordo com a sua vontade foi sepultado no cemitério católico de Jerusalém, em Israel.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Jornal russo culpa piloto presidencial

quinta-feira, 20 de maio de 2010
Enchente chegou a Varsóvia

A terra diante de você


quarta-feira, 19 de maio de 2010
Dilúvio volta a atacar a Polônia





terça-feira, 18 de maio de 2010
Mostra de foclore polaco em SC

A Mostra contará com a apresentação do Grupo Folclórico Polaco Piaskowa do município Indaial e do Grupo Folclórico Polaco Karolinka do município de São Mateus do Sul, Paraná. Serão apresentados mais de dez trajes típicos e danças de diferentes regiões da Polônia, revivendo costumes e tradições.
Para o evento, será cobrado o ingresso a R$ 10,00. A renda será revertida à Associação Indaialense Folclórica Polaca, para a compra de trajes originais que passarão a ser usados pelo Grupo Folclórico Polaco Piaskowa, em sua futuras apresentações.
Maiores informações:
Associação Indaialense Folclórica Polaca.
Grupo Folclórico Polaco Piaskowa
Rua: Dr Blumenau, 05
89130,000 – Indaial – SC.
Contato:47-33331964 / 47-33949564 / 47-91296871.
nandoanacleto06@yahoo.com.br.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Lech Poznań, campeão da Polônia

Depois de um "jejum" de 17 anos, o Lech voltou a conquistar o título polaco, o sexto da sua história, depois de 1983, 1984, 1990, 1992 e 1993.
Szymanowski e Chopin em Curitiba

Fryderyc F. Chopin – Mazurka op. 17 nº 4
Karol Szymanowski – Mazurka op. 50 nº 2
Fryderyc F. Chopin – Mazurka op. 24 nº 1
Karol Szymanowski – Mazurka op. 50 nº 15
Fryderyc F. Chopin – Mazurka op. 50 nº 3
Karol Szymanowski – Mazurka op. 50 nº 3
Fryderyc F. Chopin – Mazurka op. 50 nº 1
Karol Szymanowski – Mazurka op. 50 nº 16
Fryderyc F. Chopin – Polonaise-Fantasy op. 61
Ballade Fá Maior op. 38 nº 2
Estudo Dó Menor op.10 nº 12 (“Revolucionário”).

sábado, 15 de maio de 2010
Antiocho: O caso que virou causo
O "Casos e Causos" de Guto Pasko, que a a RPCTV, Canal 12 de Curitiba, apresenta neste domingo após o "Fantástico" da Rede Globo, aproxima-se historicamente da figura de Antiocho Pereira como heroi, muito em função dos causos que os descendentes dos primeiros imigrantes da então Colônia de Cruz Machado (hoje município paranaense) contam sobre o passado. Um tempo que no imaginário daquela gente há muito deixou de ser história para ser lenda.
Em minhas pesquisas para a tese de doutoramento na Universidade Iaguielônia de Cracóvia fui além do causo, da lenda para me fixar no caso, no fato, na documentação histórica.
O caráter ilibado o transformou na pessoa que encarnou o papel do salvador, do “Bom Samaritano” e por isso, o farmacêutico Antiocho Pereira pelos seus atributos de honradez e moral foi elevado à categoria de mito.
Durante toda a fase das pesquisas para minha tese, seu nome esteve sempre presente, seja nos depoimentos, nos artigos de jornais, ou na bibliografia. Contudo, quando os depoentes são comparados com o acervo da família do farmacêutico e com bibliografia do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, a maioria das informações não se coaduna. A começar pela atuação do farmacêutico na colônia de Cruz Machado em 1911. Irene Fryder Rockenbach em “Dados Históricos e Memórias de Cruz Machado”, publicado em 1996 pela Prefeitura de Cruz Machado diz na página 120 de seu livro que:
Depois que o médico retornou a Curitiba, veio o farmacêutico formado, Antiocho Pereira, o qual mereceu o nome de “bom samaritano”. Dedicou-se inteiramente em prol dos doentes a qualquer hora do dia ou da noite, se tivesse dinheiro, ou não para pagar os medicamentos. Este nobre homem desfez-se dos bens materiais para ajudar os necessitados. Quando os colonos melhoraram de vida, construíram uma casa em União da Vitória, na Avenida Manoel Ribas, entregaram a chave a Antiocho Pereira e convidaram o casal a morar nela.
Nestas afirmações há pelo menos duas questões motivadoras de discussão. Declarar que Antiocho vendeu suas propriedades para comprar remédios é o primeiro desencontro com a verdade, e a segunda, de que os colonos lhe deram uma casa em retribuição também está, pelo menos, parcialmente equivocada. Fryder Rockenbach faz declarações que simplesmente não coincidem com a biografia preparada pelo neto do “heroi”, Fábio Furtado Pereira. Fryder Rockenbach comete outro equívoco, desta vez, em relação ao período de funcionamento da farmácia:
Nasceu em Paranaguá. Estudos feitos em Curitiba. Diplomado em Farmácia no Rio de Janeiro. Veio residir em Porto União da Vitória e depois em Cruz Machado, onde tinha uma farmácia de 1912 a 1925. Nunca pensou em fazer deste nobre mister um meio de ganhar dinheiro. A sua profissão servia a uma finalidade precípua: "sedare dolorem”, segundo o preceito de Hipócrates. Em 1925 mudou-se para União da Vitória. Em 1928 assumiu a Prefeitura de Porto União. Agia em função do povo, com o povo e para o povo. Modernizou a “Praça Hercílio Luz”. Destacou-se profundamente na imprensa local enfocando assuntos agrícolas com grande conhecimento. Era honesto, justo e inteligente. Ajudou muito os colonos poloneses e outros. Atribuiram-lhe o nome de “Bom Samaritano”. Perdeu a farmácia para ajudar os imigrantes.
Porém Lindolfo Fernandes em sua obra “União da Vitória (Memória) Saúde Pública”, editada pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, Curitiba na página 16 afirma que,
“Meu bisavô não vendeu nada para ir salvar os imigrantes de Cruz Machado. A casa já existia e nunca foi vendida. O que ocorreu na verdade foi uma ampliação da casa. A planta da reforma comprova isto. Nisso sim, na reforma da casas os compadres polacos ajudaram meu bisavô”.
Mas o curta-metragem de Pasko não tem nada com a realidade, pois trata-se de uma ficção, embora baseada em depoimentos históricos, aceitos por todos, até a publicação de minha tese ano que vem, em forma de livro. Pois então todos poderão conhecer o caso, o fato, a história e não só a lenda que se formou em Cruz Machado.
Vale a pena ver a Revista RPC neste domingo, na Globo do Paraná.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Poster polaco, mais um...
No lugar do Tupolev, o Embraer 175

quinta-feira, 13 de maio de 2010
O Heroi de Cruz Machado


Agora o cineasta Guto Pasko, descendente de ucranianos de Prudentópolis, que dirigiu o filme longa metragem "Made in Ucrânia", entre outros, também se volta para Cruz Machado e nos apresenta neste domingo, na RPCTV Canal 12 de Curitiba (Rede Globo de Televisão), "O herói de Cruz Machado", no quadro "Casos e Causos", do programa Revista RPC.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Empresários polacos em Curitiba

terça-feira, 11 de maio de 2010
Lepper confirmado
De líder camponês (que fechava estradas com tratores em manifestações) a vice-primeiro ministro, Lepper acabou parando na cadeia, após condenado por assédio sexual.
Lepper, quando ainda era um desconhecido agricultor andou vizitando o Brasil junto com uma comitiva de prefeitos e empresários polacos. Esteve em Curitiba e Araucária. Alguns araucarianos ainda se lembram do estilo animado e brincalhão de Lepper. Ele foi também ao Rio Grande de Sul conhecer comunidades de descendentes de imigrantes polacos, e claro, esteve em Foz do Iguaçu e Rio de Janeiro. Seu partido Samoobrona (autodefesa) é de inclinação direitista, extremamente conservador e católico apostólico romano fervoroso.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Polacos desfilam na Praça Vermelha

Previsões indicam 2ª turno
/center>domingo, 9 de maio de 2010
Razões para amar e odiar a Ucrânia

A revista ucraniana Korrespondent.net no seu último número apresentou a sua própria lista de 10 maiores feitios e 10 maiores problemas da sociedade ucraniana.
A Ucrânia pode orgulhar-se do alto nível de literacia dos seus concidadãos. Segundo os dados da ONU de 2009, 99,7% dos ucranianos adultos sabem ler e escrever. É uma taxa superior da Alemanha, França, Espanha e Grã – Bretanha.
Os cidadãos da Ucrânia podem compram no mercado os produtos cultivados sem o uso de pesticidas, suplementos hormonais ou da engenharia genética. Estes produtos às vezes são menos atraentes na aparência e não podem ser armazenados por longos períodos de tempo, mas esses alimentos tem o gosto melhor, e mais importante, são mais úteis para o organismo.
O aluno médio ucraniano sabe muito mais do que os seus pares europeus, enquanto os jovens ucranianos têm a oportunidade de iniciar a carreira profissional na especialidade antes da formatura. Aos 30 anos, os ucranianos tendem a ocupar posições mais elevadas do que, por exemplo, os seus jovens checos e alemães.
Entre os méritos da sociedade ucraniana pode ser mencionada a tranquilidade nos locais públicos: os ucranianos vivem em um dos países mais seguros da Europa. Os habitantes de países ricos da Europa Ocidental estão expostas à violência na rua com muito mais frequência do que os ucranianos. Além disso, a Ucrânia é um país com baixo risco de ataques terroristas.
Outro bónus da Ucrânia é a liberdade de expressão. Ucrânia tem a maior índice de acesso à informação sobre os acontecimentos no país e no mundo entre os países do espaço pós – soviético. Embora a organização Freedom House coloca o país no grupo de “parcialmente livres”, ocupando o 117 º lugar entre os 195 países, mas no espaço pós – soviético, em termos da liberdade a Ucrânia perde apenas para os Estados Bálticos.
A revista também chama a atenção para as atraentes oportunidades de fazer o lazer no país: no Verão é o mar e a praia e no Inverno as montanhas cobertas de neve e pistas de esqui, e entre eles as florestas protegidas e estepes, e tudo isso dentro do mesmo país. Além disso, ao contrário dos países da UE, os ucranianos têm o acesso mais livre aos lugares naturais para fins recreativos.
Outro ponto forte da Ucrânia é a atitude amigável dos cidadãos, não só em relação aos seus vizinhos, mas também para os representantes de todas as outras nacionalidades e raças que vivem aqui ou visitando o país. Além disso, apesar da crise política, uma grave situação económica e à necessidade diária para fazer face às despesas, os ucranianos continuam ser um povo aberto, confiante e hospitaleiro.
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Fonte: http://korrespondent.net/ukraine/events/1069937
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Dez maiores problemas da sociedade ucraniana
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1. Grande número de abortos (um dos líderes da Europa).
2. Os números de propagação da SIDA (2° lugar na Europa após a Rússia).
3. Tuberculose: Ucrânia abriga 11% de todos os atingidos por essa doença na Europa.
4. Falta de homens: o homem médio ucraniano vive 62 anos, que é 12 anos menos do que a mulher média ucraniana.
5. Cancro (câncer em português do Brasil): “graças” ao desastre de Chornobyl a Ucrânia divide na Europa o 2° lugar (com a Rússia), perdendo apenas para Hungria.
6. Alto nível de alcoolismo entre os jovens; problemas ecológicos; 2° lugar do mundo em número de cigarros fumados (após a Grécia); o país se tornou um exportador activo das pessoas raptadas para diversos tipos de exploração ilegal.
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Fonte: http://korrespondent.net/ukraine/events/1069918
Publicada por Jest nas Wielu




