sexta-feira, 22 de março de 2013

Merkel tem tio polaco


Por esta ninguém esperava, muito menos os polacos. A segunda pessoa mais poderosa do mundo na atualidade, a cientista e política alemã, Ângela Merkel, a chanceler da Alemanha, é neta de polacos. Seu avô lutou nas Forças Armadas polacas contra os alemães, os ucranianos e os soviéticos.

Margareth e Ludwig Kasner (Ludwik Kazmierczak)
O avô de Merkel, Ludwik Kazmierczak, fez parte das Forças Armadas Polacas criada na França e conhecida como Blue Army, Błękitna Armia, ou ainda Haller Armii. Formação comandada pelo general polaco Józef Haller. Este agrupamento militar foi criado em junho de 1917, como parte de unidades polacas aliadas à Entente. 
Depois da Primeira Guerra Mundial, o exército foi transferido para a Polônia, onde tomou parte nos conflitos da renascente Polônia com seus inimigos do Leste. Durante a Guerra polaco-ucraniana, o Exército Azul ajudou a quebrar o impasse em favor da Polônia. Também Durante a Guerra Polaco-bolchevique, o Exército Azul (por usar as cores dos uniformes franceses) desempenhou um papel fundamental na defesa bem sucedida da Polônia contra as forças soviéticas. 

Os avós de Angela Merkel com seu pai nos braços
Já no ano de 2000, Merkel, em entrevista a revista Der Spiegel, tinha declarado ser um quarto polaca. Segundo ela seu sobrenome Kasner foi o nome inventado pelo avô polaco Ludwik Kazmierczak, em 1930, depois de ter deixado Poznań, capital da Voivodia (Estado) da Wielkopolska (Grande Polônia), na Polônia, com destino à Alemanha. 
Também os avós maternos de Merkel, Willi Jentzsch e Gertrud Drange, nasceram na Polônia ocupada. De acordo com jornal semanal Preußische Allgemeine Zeitung, ambos tinham ascendência alemã e viveram em Gdańsk (Danzig em alemão), onde Willi Jentzsch era um professor ginasial. 
Ângela Dorothea Kasner, nasceu em Hamburgo, na Alemanha, filha de Horst Kasner (1926-2011). Este por sua vez nasceu em Berlim, e sua esposa Herlind Jentzsch, em 1928, em Gdańsk. Ela era filha de alemãs e foi professora de inglês e latim, além de membro do Partido Social-Democrata da Alemanha. 
O pai de Merkel estudou teologia em Heidelberg e, depois, em Hamburgo. Em 1954, recebeu um pastorado na igreja de Quitzow (perto de Perleberg em Brandenburgo), que então estava na Alemanha Oriental, e a família mudou-se para Templin.

o tio polaco de Angela Merkel - Zygmund Rychlicki
Dessa forma, Merkel cresceu numa região rural a 80 km ao norte de Berlim. O jornal Gazeta Wyborcza, de Varsóvia, publica nesta sexta-feira, dia 22 de março, que um primo de Angela Merkel, o aposentado polaco Zygmunt Rychlicki, residente no Condôminio Kosmonautów, em Poznań, na Polônia, virou celebridade de uma hora para outra. 
Isto porque, ainda nos anos 80, no período comunista, Rychlicki enviava cartas para um primo da cidade de Templin, então Alemanha Oriental, de nome Horns Kasner
Passados todos estes anos e com o cessar das correspondências, Rychlicki, deu-se conta, que o primo (metade polaco) tinha um casal de filhos, Angela e Marcus. Angela então era estudante de química. 
Na semana passada, Rychlicki tomou conhecimento da mais recente biografia da chanceler alemã Angela Merkel e veio a descobrir que o avô dela, nasceu em 1896, com o nome de polaco de Ludwik Kazmierczaki, em Poznań. 
Com a ajuda de jornalistas e arquivistas da cidade de Poznań, Zigmund que era filho de Anna Kazmierczaki (mãe solteira), que mais tarde se casou com Ludwik Rychlicki, nasceu em 1934, certificou-se que realmente seu avô é também o avô de Merkel. 
Portanto, Zygmunt Rychlicki é tio da mulher mais poderosa do mundo, na atualidade. “Foi uma sensação, não é? Um ano atrás, eu li em algum lugar que o pai Merkel era um pastor. Mas não me dizia nada naquele momento. Estava escrito o nome dele Horst Kasner. Soubemos que Horst Kasner teve uma filha de nome Angela, mas ninguém lembrou de que poderia ser a chanceler alemã.”, diz Zygmunt Rychlicki.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Nova temporada do Duppa em Araucária


Neste dia 23 de Março (sábado), Dupa inicia nova Temporada do “No Empório com Isidório”!!! na Cantina Da Lídia.
Novo Texto, Novas piadas. Isidório, além de aprontar das suas, receberá nesta edição o Zico da Jovem Pan. 
Totalmente participativo, onde o público pode até dar uma palhinha, opinar sobre a programação do dia, pedir o microfone e mandar ver! 
Além de boas risadas, há o cardapio da casa, carinhosamente inspirado na cozinha polaca, de fazer inveja aos melhores Chef’s da Kraków. 
Adquira já o seu ingresso, diretamente na Cantina ou pelos telefones: 3642-2769, 9915-0163, 9995-7306, 
Vá se divertir com Isidório Duppa e valorizar o artista local, afinal, eles são a essência da terra.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Papa Francisco vai canonizar João Paulo II


Fontes da agência italiana "Ansa" no Vaticano informaram que logo após a eleição, o novo Pontífice falou ao cardeal Stanisław Dziwisz, ex-secretário de João Paulo II, sobre sua determinação em levar adiante a conclusão do processo. 
Uma das principais expectativas do Vaticano, a canonização de João Paulo II, pode ser o primeiro feito do Papa Francisco - que teria presenciado um milagre atribuído a Karol Wojtyła quando ainda era cardeal. 
O antecessor de Francisco, Bento XVI, beatificou Wojtyła em tempo recorde, somente seis anos após sua morte, descontando cinco anos do processo normal. A beatificação é o primeiro passo no processo de canonização. 


Dziwisz, no entanto, não confirmou as informações, pois, segundo ele, "a questão é séria demais para ser discutida em um encontro breve". Mais cedo, o jornal argentino "Clarín", afirmou que o Papa deve iniciar as beatificações de seu pontificado com o padre Carlos de Dios Murias, argentino sequestrado, torturado e assassinado em 1976 junto com o também sacerdote francês Gabriel Longueville durante a ditadura. 
A canonização de João Paulo II é uma das principais expectativas da Santa Sé, mas "é preciso terminar algumas medidas formais que ainda não foram tomadas", explicou ao jornal "Vatican Insider" o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. "Antes de tudo, é necessário um decreto reconhecendo o milagre e, em seguida, um consistório para decidir a data da canonização. Há um desejo generalizado de canonização do Papa João Paulo II, mas não há data definida para isso", disse. 
 O próprio Bergoglio, quando ainda era cardeal, presenciou um milagre atribuído a João Paulo II, em Buenos Aires: uma mulher recuperou-se misteriosamente de um câncer do intestino que já estava em metástase após ter conhecido Wojtyła. A revista italiana "Chi" relembra a história. Josefa Natividad Zelaya, hoje com 70 anos, teria sido curada depois de um encontro com o Pontífice na Catedral de Nossa Senhora de Luja'n, em Buenos Aires. "Eu fui em direção ao Papa e caí de joelhos, chorando, enconstando na borda da batina branca. Em seguida, ele tocou minha cabeça com as mãos. Depois de um tempo as metástases desapareceram", lembra. 
 Muito impressionado com o acontecimento, Bergoglio chorou e deu à mulher uma imagem do Papa. "O que aconteceu é um milagre de João Paulo II, leve esta foto para sempre com você", disse Francisco na época. 
 Em janeiro, o cardeal italiano Giovanni Battista Re, confidente próximo de João Paulo II, disse que ele poderia ser nomeado santo ainda este ano. "Não tenho informações suficientes para dizer com certeza que ele vai se tornar santo até o final do ano, mas eu sei que, recentemente, três ou quatro de seus milagres estavam sendo examinados", disse o cardeal Re. "Se não for este ano, será em 2014."

Fontes: Ansa, Gazeta do Povo, O Estado de SPaulo.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Bispos ucranianos lembram a limpeza étnica polaca na Volínia

Catedral de São Jorge, em Lwów, sede da Igreja Greco-católica da Ucrânia
Em todas as igrejas do rito greco-católica na Ucrânia, neste domingo, foi lida uma mensagem sobre os 70 anos dos crimes de guerra ocorridos na antiga voivodia polaca da Volinia
A região foi território polaco desde o século XIV até 1945, em que pese a ocupação russa entre 1795 a 1918. Cidades importantes fundadas por polacos estão nesta região como Łuk, que era a capital da voivodia, Rowne (em 1931 pop. 42.000 hab.), Kowel (pop. 29.100 hab.), Włodzimierz Wolynski (pop. 26.000 hab.), Krzemieniec (pop. 22.000 hab.), Dubno (pop. 15.3000 hab.), Ostróg (pop. 13.400 hab.) e Zdolbunów (pop. 10.200 hab.). 
Nos anos de 1943 e 1944 foram mortos cerca de 100 mil polacos e e 20 mil ucranianos ali. Para relembrar os crimes cometidos ali os bispos ucranianos, neste domingo, escreveram que "Hostilidade mútua para derramar sangue fraterno não é desculpa". Pela primeira vez na história os bispos ucranianos do rito grego-católico se manifestam sobre a tragédia na Volínia e não mencionam de forma concreta sobre uma reconciliação polaco-ucraniana
Stepan Bandera
Como os fatos comprovam a história, na primavera de 1943, partidários da facção nacionalista ucraniana B (do nome do líder Stepan Andriyovych Bandera, que chefiava a OUN- Organização dos Nacionalistas Ucranianos) começou a limpeza étnica da população polaca na Volínia. 
 O objetivo era intimidar ou liquidar fisicamente os polacos, em face da derrota esperada diante da Alemanha nazista, e antes da chegada do Exército Soviético, e com isso formar ali um Estado ucraniano. A "Ação Antipolaca", como foi sacramentada nos documentos da OUN B e seu braço militar do Exército Insurgente Ucraniano, evoluiu para um sangrento massacre de polacos civis, mulheres e crianças. 
Foram queimadas aldeias inteiras, igrejas e escolas. Os guerrilheiros nacionalistas ucranianos foram apoiados por agricultores locais, que muitas vezes eram obrigados a assassinar os seus vizinhos polacos, se não o faziam espontaneamente. 


Os habitantes polacos da Volínia foram inicialmente surpreendidos, mas com o tempo, reagiram às represálias espontaneamente como forma de autodefesa, até que chegasse nestas áreas a 27ª. Divisão de Infantaria da Armia Krajowa. Segundo os historiadores, como resultado do conflito na Volínia, que também se espalhou para a Galícia, foram mortos em 1943 e 1944, aproximadamente 100 mil polacos e cerca de 20 mil Ucranianos. 
Não bastasse os polacos estarem sendo atacados por duas das Forças Armadas mais poderosas da época, Nazista e Soviética, também os guerrilheiros nacionalista ucranianos se aproveitaram da segunda guerra mundial para dizimar seus irmãos e vizinhos polacos. 
"No limiar da celebração do 70º aniversário do conflito ucraniano-polaco na Volínia, nós, os bispos da Igreja greco-católica ucraniana, gostaríamos de apresentar a proclamação que expressa nossa posição sobre estes trágicos acontecimentos - escreveram os bispos superiores - Uma coisa é indiscutível: diante de Deus não há nenhuma desculpa, nenhuma vida humana destruída ou nenhum dano esquecido". 
Swiatosław Szewczuk
 Os bispos manifestam que os polacos e os ucranianos devem ter uma memória coletiva diferente desses eventos, uma avaliação diferente do contexto histórico, e até mesmo dão-lhes nomes diferentes. Na Polônia, falam de "massacres", "limpeza étnica genocida", enquanto na Ucrânia de "Tragédia de Volínia" ou "guerra civil fratricida"
Eles relutantemente admitem que os crimes antipolacos cometidos pelos líderes do movimento nacional, no oeste da Ucrânia são considerados atos nacionais e os líderes são adorados como heróis. 
Os bispos sublinharam que merecem condenação tanto as políticas do B do OUN, que levou ao assassinato de civis e autoridades polacas, como também a política anti-ucraniana de antes da Segunda Guerra Mundial: "A nossa obrigação moral diante de Deus é informar que as razões políticas e ideológicas que pareciam convincente para nossos antepassados, levou ao assassinato de pessoas inocentes e vingança mútua. Isto que alguns parecia ser justo, embora não santificado por Deus, era um cruel pisoteamento de seus mandamentos e o grande eclipse do espírito humano". 
A carta lida nas igrejas era assinada por Swiatosław Szewczuk, arcebispo superior da Igreja Greco-católica da Ucrânia.
A manifestação sem precedentes foi lida em todas as igrejas greco-católica na Ucrânia, que é a religião mais popular no Oeste da Ucrânia, e está intimamente associada com o movimento nacional, embora a Volínia predominantemente ortodoxa. 
A alta hierarquia Greco-católica queria que sua mensagem fosse uma carta conjunta com o episcopado católico na Ucrânia. Mas seu presidente, o Arcebispo Mieczysław Mokrzycki de Lwów (Lviv para os ucranianos) discordou, argumentando que os ucranianos não batem o suficiente em seus próprios peitos. 
Mieczysław Mokrzycki
Sua resistência causou espanto no Episcopado polaco, que ao longo dos anos, envia sinais de reconciliação em cartas à no mesmo espírito manifestado neste domingo pela Igreja greco-católica da Ucrânia. 
O Arcebispo Mokrzycki, ex-secretário pessoal do Papa João Paulo II, é originário de Lwów e tem uma história de relação emocional entre as duas nações. Particularmente ele falou ao Papa João Paulo II sobre reconciliação polaco-ucraniana: "É hora de romper com o passado doloroso, vamos perdoar - dando e recebendo - pois só assim este ato irá se espalhar como um bálsamo de cura em cada coração. Que a purificação da memória histórica que nos une possa ser colocada acima do que o que nos divide, a fim de que possamos construir juntos um futuro baseado no respeito mútuo, cooperação e solidariedade fraterna genuína."

domingo, 17 de março de 2013

As melhores cidades da Polônia

Um estudo foi elaborado no âmbito da Organização das Nações Unidas para o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a pedido do Ministério do Desenvolvimento Regional, em várias cidades da Polônia.
O relatório final apresenta o nível local e regional de desenvolvimento humano. O indicador local usa o Índice de Desenvolvimento Humano Inovador (LHDI), que inclui dados de três categorias: saúde, educação e o nível de riqueza da população.
O índice de saúde é avaliado com base no número de anos que um recém-nascido consegue sobreviver até a fase de criança.
O segundo indicador é o número de mortes. Na Polônia, em 2010, a causa de 71%  das mortes foram doenças do coração e o câncer.
Em relação à educação é avaliado o percentual de crianças matriculadas no pré-primário e no ensino fundamental e as notas obtidas no exame ginasial (apenas matemática e ciências sociais).
A relação de riqueza é a soma dos contribuintes pré-imposto de renda, acrescido dos rendimentos da agricultura e da despesa total em assistência social. Abaixo estão os 10 melhores municípios do país segundo estes critérios.

1º. Varsóvia - área de 51.724 ha, quase 2 milhões de habitantes.
Índices:
Saúde 68,97;
Educação 97,75;
Nível de riqueza 99,83


2º. Piaseczno (região metropolitana de Varsóvia) - área de 62.104 ha, mais de 160 mil habitantes.
Índices:
Saúde 68,01;
Educação 83,74;
Nível de riqueza 92,44


3º. Pruszków (região metropolitana de Varsóvia) - área de 24.631 ha, mais de 150 mil habitantes.
Índices:
Saúde 59,95;
Educação 78,93;
Nível de riqueza 81,96


4º. Varsóvia Oeste (região metropolitana de Varsóvia com os distritos de Błonie, Łomianki, Ożarów Mazowiecki) - área de 53.299 ha, mais de 100 mil habitantes. Índices:
Saúde 67,39;
Educação 70,88;
Nível de riqueza 79,72


5º. Cracóvia - área de 32.680 ha, mais de 760 mil habitantes.
Índices:
Saúde 69,00;
Educação 88,47;
Nível de riqueza 61,27


6º. Poznań - área de 26.185 ha, mais de 550 mil habitantes.
Índices:
Saúde 62,35;
Educação 85,83;
Nível de riqueza 68,37


7º. Rzeszów - área de 11.632 ha, mais de 182 mil habitantes.
Índices: s
Saúde 85,90;
Educação 83,24;
Nível de riqueza 50,52


8º. Sopot - área de 1.731 ha, quase 38 mil habitantes.
Índices:
Saúde 52,86;
Educação 88,38;
Nível de riqueza 72,74


9º. Gdynia - área de 13.514 ha, quase 250 mil habitantes.
Índices: s
Saúde 75,60;
Educação 77,53;
Nível de riqueza 57,40


10º. Legionowo - área de 39.278 ha, mais de 100 mil habitantes.
Índices: s
Saúde 66,35;
Educação 73,76;
Nível de riqueza 67,37



segunda-feira, 11 de março de 2013

Cursos de extensão de idioma Polaco na UFPR


Estão abertas na Secretaria do Depertamento de Letras Estrangeiras Modernas da UFPR, na rua Gen. Carneiro, 460 IX andar, Ed. D.Pedro I, as inscrições para os seguintes Cursos de Extensão de longo prazo na área de Letras Polaco para o ano de 2013: 

Pogadajmy po polsku 3 – A roda de conversação em polaco, 
e Piosenka jest dobra na wszystko – Encontros com a canção polaca. 

Cursos de Extensão – Polaco 2013 - 11 março 2012 

1) Pogadajmy po polsku - Roda de conversação em polaco. 

O curso consistirá em ampla prática de conversação dirigida, em língua polaco. 
Início: 18.03.2013 
Término: 25.11.2013 (recesso de 25.07.2012 a 31.08.2013) 
Horário: Segundas-feiras, das 17:30h às 18:30h; 
Local: sala a ser informada; 
Carga horária: 32h Número de vagas: 40 
Inscrições: por email: piasecka@yahoo.com até dia 18.03.2013; ou pessoalmente, entre os dias 11 e 18.03.2013, na Secretaria do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (DELEM) da UFPR, na R. Gen. Carneiro, 460; Ed. D.Pedro I, 9º andar. 
Pré-requisito: a habilidade mínima de conversar ou acompanhar a conversação em polaco. 
Local do curso: Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (DELEM) da UFPR, Rua General Carneiro, 460 (Prédio Dom Pedro I, 9º andar), Curitiba – PR. 
Coordenação: Profa. Aleksandra M. Piasecka-Till 
O curso será ministrado pelos/as docentes e discentes do curso de Letras-Polaco da UFPR: Aleksandra Piasecka-Till, Márcia Kovalczyk, Marcin Raiman; Agnieszka Baczewska, Everly Giller, Pedrita Setenareski e Sônia Eliane Niewiadomski. 

2) Piosenka jest dobra na wszystko – Encontros com a canção polonesa. 

O curso pretende apresentar as canções polonesas pertencentes a vários gêneros (música popular, de poesia cantada, de cabaré e folclóricas), o contexto da sua criação e a autoria, assim com criar a oportunidade de aprofundar o conhecimento cultural com ênfase no musical e no línguístico. 
Início: 21.03.2013 
Término: 28.11.2013 (recesso de 25.07.2012 a 31.08.2013) 
Carga horária 32h. 
 Número de vagas: 40 Horário: 
Quintas-feiras, das 17:30h às 18:30h. 
Inscrições: por email: piasecka@yahoo.com até dia 21.03.2013, ou pessoalmente entre os dias 11 e 21.03.2012,. na Secretaria do Depertamento de Letras Estrangeiras Modernas (DELEM) da UFPR, na R. Gen. Carneiro, 460; Ed. D.Pedro I, 9º andar 
Pré-requisito: capacidade básica de leitura em polaco e de tradução do polaco para o português. 
Local do curso: Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (DELEM) Rua General Carneiro, 460 (Prédio Dom Pedro I, 9º andar), Curitiba - PR. Coordenação: Profa. Aleksandra M. Piasecka-Till. 
O curso será ministrado pelos/as docentes e discentes do curso de Letras-Polonês da UFPR: Aleksandra Piasecka-Till, Márcia Kovalczyk, Marcin Raiman, Piotr Kilanowski; Ana Carina Novak, Everly Giller, Pedrita Setenareski e Sônia Eliane Niewiadomski.

Capriles descende de polacos


O presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, e o líder da oposição Henrique Capriles Radonski se enfrentarão nas eleições do dia 14 de abril, que vão decidir quem terminará o mandato do falecido presidente Hugo Chávez em 2019. 
Capriles Radonski aceitou o desafio neste domingo, um dia após ter recebido a proposta da aliança partidária de oposição, a Mesa da Unidade Democrática (MUD). 
Capriles Radonski representou à MUD nas eleições vencidas por Chávez no dia 7 de outubro, nas quais perdeu com o apoio de 6,6 milhões de venezuelanos (44,31% dos votos), frente aos 8,2 milhões (55,07%) de votos do governante falecido. 

Quem é o oposicionista venezuelano

Henrique Capriles Radonski nasceu em 11 de julho de 1972, em Caracas. De origem russo-polaca-holandesa. 
 Seu bisavô por parte de mãe era um russo judeu askenazí que, após a Primeira Guerra Mundial se estabeleceu na Polônia. 
 O avô, já nasceu na Polônia e engenheiro formado, trabalhou durante o entre guerra na distribuição de filmes e exibições de filmes. 
 Durante a Segunda Guerra Mundial os bisavôs de Henrique foram assassinados no campo de extermínio de Treblinka, na Polônia e o avô Andrzej envolveu-se em ações da resistência polaca. A avó Lili, polaca da família dos Bochenek que ficou confinada por 20 meses no gueto de Varsóvia
Juntos conseguiram fugir do gueto. Depois da guerra, Andrzej e Lili mudaram-se para a Venezuela, onde em 1947, abriram sua primeira sala de cinema e que viria se tornar a base de uma rede de cinemas por todo país, chamada de "Circuito Radonski". 
 Na Venezuela, nasceu Monica Cristina Bochenek-Radonski, que se casou com Henrique Capriles García, venezuelano de ascendência holandesa. 
Os Capriles García são originários da Ilha de Curaçao, que por sua vez,  eram de ascendência judaica sefardi. O trisavô Elías Capriles, nascido em Curaçao, em 1850 se converteu ao catolicismo.
Henrique Capriles García já era um empresário bem sucedido quando se casou com Monica. Ele era proprietário do consórcio "Cadena Capriles", empresa na área de mídia e mercado imobiliário. Em 1950, ele ajudou a lançar a Kraft Foods na Venezuela. 
O candidato à presidência venezuelana, Henrique Capriles Radonski é formado em Direito, pela Universidad Católica Andrés Bello de Caracas, e tem especialização na Columbia University de Nova Iorque, na Academia Internacional IBFD de Amsterdam e no Centro Interamericano de Administradores Tributários, de Viterbo, Itália. 
Durante as eleições do ano passado, quando foi derrotado por Chaves, explicou que seu pai, Henrique Capriles García, era católico e que, por sua vez, havia herdado a fé de sua mãe, Laura, enquanto sua mãe era judia. 
Mas os pais "concordaram em educar seus filhos na fé católica até que eles tivessem idade suficiente para decidir por si mesmos, qual religião seguir.” E por isso, embora sua ascendência judia askenazí-sefardi, é um católico fervoroso. 
Ainda durante a campanha, partidários de Hugo Chaves, "vieram aqui e me chamaram de nazista. Como se minha avó ficou presa no Gueto de Varsóvia e meus bisavôs foram mortos em Treblinka?", disse Henrique Capriles Radonski, depois que as paredes da antiga casa colonial, sede do governo de Miranda, foram pichadas em vermelho com suásticas e os partidários de Chaves gritavam "fascista nazista!"diante do edifício.

Se vencer as eleições, Henrique Capriles Radonski será o segundo descendente de polaco, a chegar a presidência de um país latinoamericano. O primeiro foi o costariquenho Teodor Picado Michalski. No Brasil pelo menos dois governadores de Estado são descendentes de polacos-judeus Jaime Lerner no Paraná e Jacques Wagner (tem cidadania polaca inclusive), na Bahia.

sábado, 9 de março de 2013

Tusk ameaçado de morte

O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, recebeu três cartas com ameaças de morte nos últimos meses. 
Duas dessas cartas foram enviadas para sua casa e a terceira, ao escritório do chefe de governo polaco. 
A polícia e serviços secretos da Polônia estão realizando investigações a respeito. 
 As ameaças estão relacionadas com um processo judicial contra um torcedor radical de futebol acusado de comércio de anfetaminas. 
Se sua culpa for provada, o homem poderá ser condenado a 10 anos de reclusão. Alguns torcedores consideram que, valendo-se do combate aos narcotraficantes, as autoridades reprimem torcedores radicais.
A informação é da Rádio Voz da Rússia.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Promotor militar polaco ainda não tem resultado algum

Embora o porta-voz do Comitê Investigativo Rússia-Polônia, Vladimir Markin da Federação Russa, tenha divulgado hoje, em Moscou, que "os especialistas dos dois países apresentaram como resultado dos testes e exames, que não houve explosão no avião Tupolev Tu-154M", que transportava a comitiva do Presidente Lech Kaczyński a Katyń, o promotor militar polaco Zbigniew Rzepa, disse logo depois em Varsóvia, que assim que possível comunicarão o resultado, na Polônia. 
Zbgniew Rzepa
Rzepa contradizendo a informação de Markin, disse que "Nossos especialistas não estiveram envolvidos em, território da Federação Russa, em nenhuma pesquisa, e também não estiveram em qualquer laboratório russo para investigar se houve explosão na queda do TU-154M, que vitimou o ex-presidente polaco"
Markin tinha informado hoje cedo que peritos dos dois países, coletaram mais de 300 amostras dos destroços e dois pedaços de bétula, árvores na qual o avião bateu. 
Rzepa apenas confirmou que investigadores polacos estiveram envolvidos na inspeção visual de dois fragmentos de bétula, os quais atingiram o Tu-154M. 
"Devido à natureza da prova, a sua indivisibilidade, o teste seria conduzido em conjunto por especialistas polacos e russos" - explicou o russo Vladimir Markin. 
O promotor militar polaco, por sua vez, disse que durante sua estada em Moscou e Smolenski, junto com grupo polaco apenas dimensionaram dois fragmentos de bétula. 

Pisanki & Cia.: símbolos polacos de Páscoa


São muitos os símbolos pascoalinos na tradição polaca, representadas em Pisanki, wycinanka ou bonecos. Muitas de suas simbologias, embora ligadas ao Cristianismo, possuem origens nas antigas tradições eslavas. Pisanka (do verbo pisać - escrever) é um costume eslavo de fazer pinturas em ovos (muito desenvolvida na Polônia), que simboliza a natureza do surgimento da vida. Com a cristianização, tornou-se também símbolo da Ressurreição de Cristo e da Páscoa.

Os símbolos tanto na Pisanka, quanto na wycinanka são:

Animais: simbolizam riqueza, prosperidade e boa saúde; são cavalos, ovelhas, renas.
Cordeiro: simboliza Cristo, o Cordeiro de Deus, que foi sacrificado por nós.
Flores: simbolizam o amor felicidade, caridade, delicadeza, humildade, a beleza feminina, o surgimento da vida e seu crescimento, e a fragilidade.
Galos: simboliza a fertilidade, coragem, ousadia, a masculinidade, a vitória da luz sobre as trevas, a anunciação da vinda do sol e condutor das almas em direção a luz.
Pintinhos/Patinhos: simbolizam o surgimento de uma nova vida, são representados por meio de bonequinhos de tecido.
Peixes: simbolizam Cristo, denotam a vida e a pureza. 
Árvores: simbolizam a juventude, vida eterna, o triunfo da vida sobre a morte, a ligação do homem à esfera celestial. Representa a Árvore da Sabedoria, o livre arbítrio.
Trigo: simboliza a fartura, boa colheita, prosperidade, a comunhão, o Pão, o casamento, bons frutos da vida Cristã.
Triângulo: representa a Santíssima Trindade (Pai, Filho, Espírito Santo), a Família (Pai, Mãe, Filhos). 
Círculo: o olho de Deus. 
Cruz: representa o sacrifício que Cristo fez pela humanidade, simboliza a vida eterna, a união do céu com a terra; a união da água, do fogo, do ar e da terra; os pontos cardinais.

  • Cruz Gamada simbolizava o mais poderoso Deus do panteão eslavo: o Deus do sol: Swaróg
Girrassol/Sol: simboliza a vida, riqueza, prosperidade, a luz, a sabedoria, a nobreza e a masculinidade.
Traços espirais, triangulares: simbolizam a eternidade.
Estrelas: pureza, luz, imortalidade, coragem, conhecimento, as almas no céu, a luz espiritual.
Rosas: simbolizam o ventre, a origem da vida, a mulher, a feminilidade.

Rússia e Polônia concluem investigação da catástrofe de Smolenski


Os investigadores russos e polacos concluíram a investigação da catástrofe do avião Tupolev-154 do ex-presidente da Polônia, Lech Kaczyński, ocorrida em 2010, comunicou hoje Vladimir Markin, porta-voz do Comitê russo de Investigação. 
Segundo Markin, os trabalhos realizados incluíram novos exames a árvores e a fragmentos da aeronave danificadas e recolhidas amostras de estrutura do avião para análises comparativas.

terça-feira, 5 de março de 2013

Violonista polaca premiada se apresenta em Curitiba


Patricia Piekutowska é uma das mais destacadas violinistas polacas da atualidade.
Há treze anos ela percorre a Polônia e os cinco continentes em turnê como solista. Em maio de 2003, em Varsóvia, recebeu o "Prêmio Belvedere Internacional" para jovens artistas polacos que alcançaram significativo sucesso internacional.
Em janeiro de 2008, a primeira violinista polaca, recebeu o Prêmio "MIDEM Cannes Classical". Em seguida, gravou um CD inteiramente dedicado à música de Krzysztof Penderecki, onde ressalta a composição "Capriccio" com solo do violino de Piekutowska junto a uma orquestra sinfônica.
O álbum acabou recebendo o "Prêmio Les Crescendo Joker", na Bélgica, e também os prêmios "Pizzicato Supersonic", em Luxemburgo e o "Exelentia Scherzo", na Espanha. 
 Em setembro de 2007, Patricia Piekutowska  concluiu seu doutorado em artes musicais na Academia de Música de Katowice. Também é diplomada pela Academia de Música Fryderyk Chopin de Varsóvia, com honras em 2000, na classe do prof. Tadeusz Gadzina, além do mestrado com "Grande Distinção" na classe do prof. Igor Oistrakh, do Conservatório Real de Bruxelas.
Desde 2002, é professora na Academia de Música Fryderyk Chopin, em Varsóvia.
Em suas apresentações mundais, esteve no Uruguai, onde se apresentou em um recital junto com Janusz Olejniczak e a Orquestra Filarmônica de Montevidéu. Em novembro de 2003, juntamente com Igor Oistrakh atuou no Concerto em D menor para dois violinos de Johann Sebastian Bach com Filarmônica Nacional de Varsóvia e outro com Filarmônica, em Katowice.
Em fevereiro de 2006, fez a estreia sua europeia no Concerto de Violinos Roxanna Panufnik acompanhada por NOSPR, sob regência de Gabriel Chmura no 25º. Festival de Música Contemporânia "Musica Polonica Nova", em Wrocław.
Há três anos, toca em duo com Beata Bilińska, com quem gravou dois CDs. Ambas as gravações receberam o "Prêmio Pizzicato Supersonic",  em Luxemburgo, e elogios em revistas de música como "Gramophone" e "The Strad".
Em novembro de 2008, ela se apresentou em dois recitais por ocasião do 75º. ano de nascimento do compositor Krzysztof Penderecki, em Washington, DC e Nova York, além do Festival dedicado a Penderecki, na Polônia.


No total, Piekutowska já se apresentou em 500 concertos em cinco cinco continentes e gravou 7 CDs. 

Os 7 discos
1998 – Lutosławski, Paderewski, Wieniawski, Maria Szwajger-Kułakowska – fortepian (KBK)
2000 – Sibelius, Wieniawski – koncerty skrzypcowe, Narodowa Orkiestra Symfoniczna Polskiego Radia, dyr. Antoni Wit (CD Accord)
2004 – Penderecki Violin & Piano Works, Beata Bilińska – fortepian (DUX)
2006 – Józef i Henryk Wieniawscy, Edward Wolanin – fortepian (DUX)
2006 – Bacewicz, Lutosławski, Szymanowski, Beata Bilińska – fortepian (DUX)
2007 – Penderecki, „Capriccio” – NOSPR, dyr. Krzysztof Penderecki (DUX)
2009 – „Power of emotion” – Miniatury na skrzypce i fortepian, Mariusz Rutkowski – fortepian (DUX)

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