De acordo com o último censo oficial, a Galícia possuía 8.025.600 habitantes (Galicia do Oeste 2.689.800, Leste 5.335.800). Do número total, 4.672.000 eram registrados como polacos, 3.208.000 falantes da língua rutena e 90.000 falantes da língua alemã (austríacos). A proporção das nacionalidades era calculada em 58,6% polacos, em 40% russos e rutenos e 1,1% austríacos. Os judeus, embora falassem iídiche entre si, eram registrados como falantes da língua polaca e, portanto, eram contados como judeus da Galícia em número de 872.000 habitantes ou cerca de 11% da população total, o que pode ser tomado como representativo do número de judeus não assimilados na Polônia.(2)
É importante observar como essas categorias eram empregadas naquele contexto histórico. Os rutenos que viviam nas terras da Galícia não constituíam uma população que pudesse ser simplesmente transportada, em termos nacionais e territoriais, para a atual definição de “ucranianos”.
A própria fonte utilizada por Prothero empregava as categorias “russos e rutenos” para designar parte significativa dessa população, dentro das classificações políticas e linguísticas vigentes naquele período. Os imigrantes rutenos que chegaram a Prudentópolis eram, portanto, oriundos de territórios que pertenciam à então Polônia ocupada pelo Império Austro-Húngaro, particularmente de regiões que hoje se encontram em diferentes Estados nacionais.
Parte dessa população procedia de áreas da Podólia, da Volínia e da Małopolska (Pequena Polônia), regiões cuja configuração política e territorial não pode ser simplesmente projetada sobre o mapa contemporâneo da Ucrânia.
As duas principais cidades da ocupação austríaca eram Cracóvia (Kraków) com 174 mil habitantes e Lwów (Leões) com 206 mil habitantes. A população total da Galícia Austríaca, entre 1890 e 1910, não se alterou muito, em que pese a saída dos emigrantes conhecida como “Febre Brasileira”. A grande maioria dos rutenos assentada na Colônia Prudentópolis era da Galícia do Oeste, onde os polacos eram maioria com 96% da população. E este território, efetivamente sempre foi da República polaca. Em nenhum momento, ele pertenceu a Rutênia (antes era território Viking).(3)
Por isso, afirmar que todos os descendentes atualmente identificados como ucranianos em Prudentópolis descendem de imigrantes que “vieram da Ucrânia” constitui uma simplificação temporal e geográfica.
A Ucrânia contemporânea é uma realidade territorial e política posterior a essas migrações. Para compreender a origem daqueles imigrantes, é necessário retornar às fronteiras, aos impérios, às denominações étnicas e às classificações linguísticas existentes na época em que deixaram suas terras de origem.
3. O Paradoxal Sequestro do Salame Cracóvia (1960)
O embutido defumado mais famoso da culinária de Prudentópolis sintetiza esse apagamento identitário. Criada em 1960 nas dependências do Açougue Alvorada, a receita original de carne suína nobre defumada nasceu sob a direta sugestão e inspiração do colono polaco Dionísio (Diozísio) Opuszkiewicz (transcrita na burocracia local sob deformações fonéticas variadas), dono do Açougue Alvorada, que ofereceu ao amigo, também polaco, Lucas (Łukasz) Usoski (Ozowski), que foi quem nominou o embutido de Cracóvia, pois fazia lembrar a Kiełbasa krakowska ou Krakowiak, o requintado salame de partes nobres das carnes de suíno, produzido a centenas de anos na capital cultural da Polônia.
Posteriormente, a consolidação comercial, a produção em massa e a preservação tradicional do embutido foram desenvolvidas e operadas pela tradicional família Machulek (pronuncia-se Márrúlék) — um sobrenome de raiz polaca (um diminutivo derivado de Mach, variante de Maciej / Matias).
Apesar do nome da cidade de origem, da sugestão inicial de Usoski e do sobrenome eslavo-polaco dos produtores históricos (os Machulek e os Opuszkiewicz), o produto foi capturado pelo marketing municipal moderno e carimbado de forma monolítica como um patrimônio exclusivo da "cultura ucraniana".

4. As deturpações junto ao INPI
O fenômeno descrito no registro do INPI com precisão documental e histórica possui nomes muito claros na sociologia, na antropologia e na ciência política.
Quando um grupo minoritário, suas produções e sua memória são sistematicamente engolidos pela narrativa de um grupo hegemônico, estamos diante de um processo de etnocídio cultural espontâneo (ou etnocídio estatístico), operado por meio do revisionismo histórico institucional e do sequestro de patrimônio identitário.
No jargão técnico da sociologia das migrações, o que ocorre em Prudentópolis pode ser definido como uma ucranização por assimilação hegemônica. Essa deturpação, agora oficializada no documento do INPI (Registro BR402023000016-5), desvela três graves abusos historiográficos que o seu artigo denuncia:
A. Etnocídio Estatístico e Apropriação Indébita de Dados
Quando a Associação dos Produtores de Embutidos de Prudentópolis (APEP) — presidida pela própria família Machulek — preenche uma ficha pública federal alegando que "80% da população do município é de ucranianos", sem qualquer amparo em censos oficiais confiáveis, o documento revela um processo de construção institucional dessa narrativa identitária.
Nem o IBGE, em nenhum de seus censos, jamais categorizou a população de Prudentópolis dessa forma baseando-se em critérios científicos de ancestralidade pura. Trata-se do uso de estimativas panfletárias e infladas para forçar o Estado a chancelar uma hegemonia artificial.
B. Sequestro de Patrimônio Cultural (Apropriação Cultural Reversa)
O termo técnico para o que fizeram com a Cracóvia criada em 1960 é sequestro de patrimônio. O Dossiê Técnico do INPI confessa a participação de Lucas Ozowski (Usoski) e da linhagem Opuszkiewicz, mas a narrativa da APEP e do material de divulgação do Sebrae reconstrói o fato carimbando-os como "descendentes de ucranianos".
Ao transformar Usoski, Opuszkiewicz e os próprios Machulek (cuja raiz é puramente polaca) em "ucranianos", o município pratica uma canibalização de identidade: eles não conseguem negar que o embutido tem nome polaco e sobrenomes polacos, então eles "ucranianizam" as pessoas à força na canetada burocrática.
O trabalho dos padres basilianos na ucranização do município de Prudentópolis se revela na enorme quantidade igrejas e capelas
C. A Síndrome da Amnésia Coletiva Induzida
O fato de os atuais membros da família Machulek assinarem e defenderem essa petição declarando-se ucranianos é o ápice do alienamento cultural.
Isso pode ser interpretado como um dos efeitos de longo prazo da pressão histórica e cultural exercida pelas lideranças comunitárias e clericais no passado foi tão profunda que gerou uma geração de descendentes incapazes de ler a gramática e a herança do próprio sobrenome polaco-eslavo que carregam.
Eles foram ensinados a ter vergonha ou a esquecer a raiz polaca em prol do "selo comercial" e do monopólio político que a etiqueta ucraniana confere à cidade.
D. O Nome da Deturpação
Se você precisar dar um nome a isso em suas discussões, palestras ou artigos, utilize os termos:
Monopolização Identitária Coercitiva: O ato de apagar a pluralidade formadora biétnica (rutenos + polacos) para vender uma marca monolítica e lucrativa.
Falsificação Documental Historiográfica: O uso de instâncias de registro do Estado (como o INPI) para validar mentiras estatísticas e omitir as verdadeiras linhagens fundadoras.
Essa ficha técnica da APEP protocolada no INPI não desmente o este artigo; pelo contrário, ela é a prova material do crime de apagamento que se está denunciando. É a prova impressa de que o poder público e o comércio local preferem oficializar o folclore e o revisionismo a reconhecer a verdadeira, mista e rica história de Prudentópolis.
4. A Caneta do Cartório e a Apropriação do Espaço Urbano em Curitiba
O desaparecimento estatístico e visual dos polacos concretizou-se na mutilação dos sobrenomes e no desenho urbano das cidades. Sobrenomes polacos clássicos foram reescritos em Prudentópolis e demais colônias para eliminar marcadores linguísticos (os dígrafos sz, cz e o sufixo -ski): Tarnowski foi reduzido a Ternoski; Paszko foi neutralizado como Pasko. Essa mutação quebrou as cadeias genealógicas e facilitou o enquadramento dessas famílias nas listas de outras etnias.
Na capital paranaense, Curitiba, o apagamento espacial assumiu contornos geográficos agressivos. Os tradicionais bairros Bigorrilho e Mercês, habitados historicamente por contingentes operários e agrícolas biétnicos, foram submetidos a um processo de gentrificação da memória.
A imposição de marcos bizantinos e o rebatizamento de praças (como a Praça Ucrânia) criaram enclaves cenográficos. Posteriormente, a instalação de um templo e de um grupo folclórico de rito e cultura ortodoxa na Vila Guairá buscou estender esse domínio territorial eclesiástico oriental para além dos eixos coloniais tradicionais que hoje formam os bairros.
A maior ironia desse apagamento materializa-se na Rua Cândido Hartmann, que corta a Praça Ucrânia e serve de artéria de ligação entre o centro da cidade e a histórica colônia polaca do Santo Inácio.
1. O poder público e a especulação imobiliária limparam o nome da colônia polaca da mente urbana, rebatizando a região sob a etiqueta de Parque Barigui.
2. O homenageado da via, Cândido Hartmann, é consensualmente repetido pela população como de origem alemã, quando as revisões documentais comprovaram tratar-se de um cidadão de etnia e origem polaca vindo de zonas de ocupação prussiana.
A Campanha de Nacionalização de Getúlio Vargas (1938) funcionou como o golpe de misericórdia nesse caos identitário, ao fechar as escolas polacas, queimar arquivos comunitários e impor o aportuguesamento forçado, cristalizando as mentiras burocráticas do século XIX.
5. Conclusão: Contra o Apagamento, a Memória Documental
A história da imigração polaca na América do Sul ainda está longe de ser uma história concluída. O que este estudo procura demonstrar é que o problema não reside apenas na insuficiência de números, na perda de documentos ou nas dificuldades inerentes à classificação dos imigrantes provenientes de territórios que, durante mais de um século, estiveram submetidos a diferentes Estados imperiais.
O problema é mais profundo: a própria construção da memória migratória foi condicionada por categorias políticas, administrativas, religiosas e culturais que nem sempre correspondiam à identidade daqueles que atravessaram o Atlântico.
O polaco que chegava ao Brasil trazendo um passaporte russo, austríaco ou prussiano não deixava de ser polaco porque o documento de viagem o vinculava à potência que ocupava sua terra.
Do mesmo modo, o habitante da Galícia que podia ser simultaneamente ruteno e polaco pela origem, polaco pela cultura, católico latino ou bizantino pelo rito e cidadão do Império Austro-Húngaro não cabe nas gavetas étnicas rígidas que posteriormente foram construídas pelos Estados, pelas instituições religiosas e pelas narrativas nacionalistas.
É justamente nesse ponto que a expressão “diáspora rasurada” adquire seu sentido histórico. Não se trata de afirmar que toda classificação administrativa tenha sido deliberadamente fraudulenta, nem de substituir uma narrativa nacionalista por outra.
Trata-se de reconhecer que sucessivas classificações produziram perdas de informação. Sobrenomes foram alterados, topônimos desapareceram, escolas foram fechadas, arquivos comunitários foram destruídos ou dispersos, e pessoas passaram a ser registradas segundo a nacionalidade do Estado que lhes concedera o documento, e não necessariamente segundo sua origem histórica, seu sangue mesclado, sua língua, sua cultura ou a forma como se reconheciam.
A consequência foi uma espécie de efeito cascata da documentação: um registro equivocado ou simplificado podia alimentar estatísticas posteriores; essas estatísticas podiam orientar estudos historiográficos; os estudos podiam consolidar uma determinada narrativa; e a narrativa, por sua vez, retornava à sociedade como uma verdade aparentemente incontestável.
É nesse circuito que o Paraná-centrismo, as disputas identitárias da antiga Galícia, a nacionalização varguista e determinadas formas posteriores de institucionalização da memória precisam ser analisados. Não como fenômenos isolados, mas como partes de processos históricos que contribuíram, em diferentes momentos e por diferentes razões, para tornar algumas presenças mais visíveis que outras.
O caso de Prudentópolis é particularmente revelador porque permite observar, no mesmo território, a convivência histórica de populações cuja experiência não pode ser reduzida às categorias nacionais atualmente utilizadas.
A história dos rutenos, dos polacos e de seus descendentes exige uma leitura capaz de compreender a fluidez das identidades no mundo centro-oriental europeu e a maneira como essas identidades foram posteriormente reorganizadas no Brasil.
Isso não significa negar a existência da imigração ucraniana, tampouco reivindicar para os polacos tudo aquilo que posteriormente foi incorporado à cultura ucraniana no Paraná.
Significa, antes, recusar a transformação de uma história complexa em uma identidade única e retrospectivamente pura. Uma sociedade de imigração não é um mosaico formado por peças que chegaram prontas ao porto.
Ela é um processo histórico no qual línguas, religiões, sobrenomes, casamentos, costumes, memórias e pertencimentos se cruzam, se transformam e, muitas vezes, entram em conflito.
A mesma cautela deve ser aplicada à história material. Uma rua, uma praça, um bairro, uma igreja, um monumento, uma receita culinária ou um sobrenome não constituem, isoladamente, uma prova suficiente de pertencimento étnico.
Mas, quando confrontados com registros civis, paroquiais, mapas, documentos de imigração, correspondências, jornais, fotografias, testemunhos orais e outras fontes primárias, podem revelar aquilo que as estatísticas nacionais deixaram escapar.
Por isso, a revisão aqui proposta não pretende simplesmente trocar um número por outro ou uma etiqueta étnica por outra.
O objetivo é reconstruir os mecanismos pelos quais a presença polaca foi fragmentada nos documentos e posteriormente recomposta pela historiografia de maneira incompleta.
A revisão dos números da imigração brasileira, nesse sentido, possui importância que ultrapassa a dimensão estatística. Se novas pesquisas documentais demonstrarem que centenas de milhares de indivíduos classificados historicamente como russos, austríacos, alemães ou prussianos eram, em diferentes graus e contextos, oriundos das terras polacas, a própria escala da diáspora precisará ser reconsiderada.
E, com ela, terão de ser revisitadas as interpretações sobre colonização, urbanização, trabalho, religião, escolarização, organização comunitária e formação cultural brasileira.
A diáspora polaca foi, portanto, muito mais diversa do que as narrativas nacionais posteriores permitiram enxergar. Reconstruí-la exige uma mudança de método: seguir as pessoas antes das etiquetas administrativas; seguir os documentos antes das tradições repetidas; e seguir as trajetórias familiares antes das fronteiras políticas que mudaram sobre elas.
É nesse sentido que este artigo propõe uma revisão da memória da imigração polaca. Não para construir uma nova pureza étnica — o que reproduziria exatamente o erro que se pretende combater —, mas para devolver complexidade àquilo que foi simplificado. A história não precisa de identidades puras.
Precisa de documentos, de comparação entre fontes, de crítica historiográfica e, sobretudo, da disposição de reconhecer as zonas de contato, contradição e mestiçagem cultural que constituem a experiência humana.
Se a diáspora foi rasurada, a tarefa do historiador não é escrever uma nova legenda sobre a rasura. É recuperar, tanto quanto as fontes permitirem, aquilo que existia por baixo dela. Porque apagar uma identidade da estatística não elimina a pessoa que a carregou.
Apagar um sobrenome do mapa não elimina a família que o transmitiu.
E apagar uma memória dos documentos não significa que ela tenha deixado de existir.
E talvez seja esta a maior inquietação que permanece depois de percorrer os caminhos dessa diáspora rasurada: não basta denunciar o que os impérios fizeram ontem se continuarmos permitindo que outras narrativas nacionais façam hoje, exatamente aquilo que condenamos naqueles impérios.
Durante as Partilhas, a Alemanha, a Rússia e a Áustria retiraram dos polacos a soberania sobre sua terra e, com ela, muitas vezes, o direito de nomear a própria história.
Séculos depois, vemos fenômeno semelhante quando elementos da cultura polaca são despojados de sua origem, recebem nova grafia, nova pronúncia e nova nacionalidade — a szarlotka transformada em strudel, o sernik convertido em cheesecake, a piwo reduzida a beer, a wódka transformada em vodka — e, no Paraná, quando o Krakowiak, criado por polacos, passa a ser apresentado como “cracóvia” de origem ucraniana, ou quando os pisanki polacos são rebatizados institucionalmente como “pêssankas” e incorporados a um patrimônio que apaga sua procedência.
O que mais inquieta, porém, não é apenas a apropriação: é o silêncio daqueles que deveriam reconhecer e defender essa memória.
Uma comunidade que assiste passivamente à substituição de seus nomes, de seus símbolos, de sua gastronomia e de suas tradições corre o risco de perder não apenas a memória do passado, mas também a capacidade de reconhecer a si mesma no presente.
Não se trata de reivindicar uma “pureza polaca” — seria repetir o mesmo erro essencialista que este artigo quer combater.
Trata-se de exigir o direito elementar de que cada cultura seja chamada pelo seu nome e tenha reconhecida a sua origem.
Se os polacos não defenderem a própria memória, outros escreverão por eles a história que lhes convém — e, quando finalmente perceberem a rasura, talvez já não reste ninguém capaz de ler o que estava escrito sob ela.
BIBLIOGRAFIA
- Agência Polaca Interpress. A Polônia na segunda guerra mundial 1939 – 1945. Varsóvia. Almanach Polonii II. Polônia. 1969. S.n. 1962.
- Anais da Comunidade brasileiro polonesa. Superintendência das Comemorações do Centenário da Imigração Polonesa do Paraná. Volumes I a XIII. Gráfica Vicentina. Curitiba
- AVNI, Haim. Argentina and the Jews: A History of Jewish Immigration. New York: University of Alabama Press, 1991.
GŁUCHOWSKI, Kazimierz. Os Poloneses no Brasil. Porto Alegre: Oficinas Gráficas da Livraria do Globo, 1927.
IAROCHINSKI, Ulisses. Saga dos Polacos – A Polônia e seus emigrantes no Brasil. Curitiba: Edição do Autor. 2000.
IAROCHINSKI, Ulisses. Polaco – Identidade Cultural do Brasileiro Descendente de Imigrantes da Polônia. Curitiba: Edição do Autor, 2010.
IAROCHINSKI, Ulisses. Cruz Machado – Lenda virou História. Curitiba: Edição do Autor, 2019.
IAROCHINSKI, Ulisses. Sepultados em Harmonia. Curitiba: Edição do Autor, 2019.
IAROCHINSKI, Ulisses. Terras da Polônia. Curitiba: Edição do Autor, 2022.
IAROCHINSKI, Ulisses. Polacos do Brasil: A etnia em números e sobrenomes. Curitiba: Edição do Autor, 2023.
KALENDARZ Polskiej Prawdy w Brazylji. 1931.
PITOŃ, Jan. Anotações e levantamentos antroponímicos dos portos e paróquias do Sul do Brasil. In: Arquivos Históricos de Revisão Demográfica, Curitiba.
SKAVRONSKI, Maria Inês A. Rezar e benzer: rituais sagrados e identidade étnica em Prudentópolis – Pr (1990-2014). 2015. 155 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2015.
TEMPSKI, Edwino Donato. Quem é o Polonês. IHGEP. Curitiba. 1971.
VICROSKI, Fabrício. Imigração Polonesa no Rio Grande do Sul: Identidade, Direitos Linguísticos e Memória. Porto Alegre: Editora da Universidade, 2021.
VICROSKI, Fabrício; KUCHCHARSKI, J. Arqueologia documental e a diáspora eslava no norte gaúcho. Revista de História Regional, v. 24, n. 2, 2019.
WACHOWICZ, Ruy Christovam. História do Paraná. Curitiba: Editora Imprensa Oficial do Paraná, 1988.
WACHOWICZ, Ruy Christovam. Aspectos da Imigração Polonesa no Brasil. UFPR. Curitiba. 1970.
ZUBRZYCKI, Jerzy. The Polish Emigration in Selected Countries. International Migration Review, v. 12, n. 3, 1953.
Referências Bibliográficas
METROPOLIA CATÓLICA UCRANIANA SÃO JOÃO BATISTA. Visita Canônica: Paróquia São Josafat – Identidade e Serviços. Boletim Informativo, n. 43. Prudentópolis, 2014. Disponível em: Metropolia Católica Ucraniana. Acesso em: 21 set. 2026.
https://www.amazon.com/Polacos-Brasil-n%C3%BAmeros-sobrenomes Portuguese/dp/B0CH291M4N
https://www.escavador.com/sobre/7653955/fabricio-jose-nazzari-vicroski
https://www.aio.com.br/questions/content/1-a-historia-nao-tem-sido-favoravel-a-polonia-e-a-sua-literatura-os_6
https://www.redalyc.org/pdf/2433/243349208012.pdf
https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2018/11/02/a-polonia-em-curitiba-conheca-o-pai-da-imigracao-e-como-ele-deu-inicio-a-maior-colonia-polonesa-do-pais.ghtml
https://www.youtube.com/watch?v=3OrRpGg5eu8&t=39 https://journals.openedition.org/confins/41002
https://www.facebook.com/brasil.varsovia/videos/sapiencia-br-p%C3%B4lonia-fabricio-vicroski/374990424090168/
https://www.academia.edu/4787327/cinco_s%C3%A9culos_de_polacos_no_brasil
https://www.familysearch.org/pt/wiki/Pol%C3%B4nia,_Nomes_e_Sobrenomes https://www.dicionariodenomesproprios.com.br/sobrenomes-poloneses/
https://www.redalyc.org/pdf/2433/243349208012.pdf
https://poloniabrasil.org.br/wpcontent/uploads/2019/06/PAIN%C3%89IS_EXPOSI%C3%87%C3%83O-SAPORSKI-2019.pdf
https://www.academia.edu/31101284/A_POL%C3%94NIA_E_SEUS_EMIGRADOS_NA_AM%C3%89RICA_LATINA_at%C3%A9_1939_)
https://www.academia.edu/95547360/Confus%C3%A3o_estat%C3%ADstica_na_imigra%C3%A7%C3%A3o_polaca
https://pergamum-biblioteca.pucpr.br/acervo/372480
https://www.gov.pl/web/brasil/obteno-extrao-de-certides-de-assentos-do-registo-civil-e-certificados-de-estado-civil-junto-de-conservatorias-do-registo-civil-polacas
https://www.researchgate.net/publication/277800637_Historiografia_da_imigracao_polonesa_avaliacao_em_perspectiva_dos_estudos_sobre_o_Rio_Grande_do_Sul
https://www.youtube.com/watch?v=w3Q9W5wF868&t=27
https://globoplay.globo.com/v/5915418/
https://www.procultura.rs.gov.br/ver_projeto.php?cod=29328
https://ads.ifba.edu.br/dl1061
https://www.procultura.rs.gov.br/ver_projeto.php?cod=29328
https://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/historia-imigracao/208
https://www.ancestry.com/last-name-meaning/hartmann?geo-lang=pt
https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Hartmann&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge



